Policiais desafiam o Supremo

Diretor da Polcia Civil garante que ponto dos grevistas ser cortado. Agentes e delegados no Entorno podem interromper paralisao

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Maryna Lacerda_Brasília 247 — Os policiais civis de Goiás que atuam na região do Entorno do Distrito Federal realizam assembleia na sexta-feira (26) para decidir se mantêm ou não a greve. A paralisação das atividades, que já dura 32 dias, acompanha o movimento grevista dos policiais civis do Distrito Federal, que soma 34 dias.

Os policiais do Entorno pedem reposição salarial de 42% e gratificação por localidade no valor de R$ 800, já que a região é uma das mais violentas no país. Hoje, o governo de Goiás paga R$ 276 pelo benefício.

De acordo com o Sindicato dos Policiais Civis de Goiás, 440 trabalhadores estão de braços cruzados. Em entrevista nesta quarta-feira (23) ao jornal Correio Braziliense, o presidente do sindicato, Silveira Alves, afirmou que a categoria ainda não foi notificada sobre a ilegalidade da greve, decretada pela Justiça.

Alves também garantiu que 30% do efetivo está trabalhando, conforme exige a legislação trabalhista. A paralisação não atinge outras regiões do estado.

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Desobediência

Na segunda-feira (21), o Supremo Tribunal Federal determinou a suspensão imediata da greve dos policiais civis do DF. Mesmo assim, eles permanecem parados há 34 dias. Segundo o presidente do Sinpol/DF, Ciro de Freitas, a categoria ainda não tinha sido formalmente informada da decisão do ministro Cezar Pelluzo, presidente do STF.

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De acordo com o diretor-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Onofre de Moraes, o ponto dos trabalhadores em greve já está sendo cortado desde 18 de novembro. A categoria informa, no entanto, que a paralisação não tem data para acabar.

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