Por 6x1, TSE decide manter impugnação de Arruda

Como relator, ministro Henrique Neves recomendou a rejeição ao recurso de José Roberto Arruda (PR) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) que o considerou inelegível com base na Lei da Ficha Limpa; Gilmar Mendes, único voto a favor do candidato, desabafou no plenário e classificou como "rastaquera" a política no Distrito Federal; Arruda ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) 

www.brasil247.com - Como relator, ministro Henrique Neves recomendou a rejeição ao recurso de José Roberto Arruda (PR) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) que o considerou inelegível com base na Lei da Ficha Limpa; Gilmar Mendes, único voto a favor do candidato, desabafou no plenário e classificou como "rastaquera" a política no Distrito Federal; Arruda ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF) 
Como relator, ministro Henrique Neves recomendou a rejeição ao recurso de José Roberto Arruda (PR) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) que o considerou inelegível com base na Lei da Ficha Limpa; Gilmar Mendes, único voto a favor do candidato, desabafou no plenário e classificou como "rastaquera" a política no Distrito Federal; Arruda ainda pode recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF)  (Foto: Leonardo Araújo)


Brasília 247 - Por 5 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu manter a impugnação da candidatura de José Roberto Arruda (PR) ao governo do Distrito Federal, informa Cláudio Humberto, de Diário do Poder.

O ministro Henrique Neves foi quem primeiro votou e recomendou a rejeição ao recurso de Arruda contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) que o considerou inelegível com base na Lei da Ficha Limpa. Neves assumiu a relatoria após a ministral Luciana Lóssio declarar suspeição por te r prestado serviços a Arruda em 2010, quando ela atuava como advogada.

Seguindo a posição do relator, o ministro Admar Gonzaga também votou contra Arruda, mas o ministro Gilmar Mendes, após longa explanação, votou a favor do candidato. Enquanto defendia sua posição, Mendes criticou duramente a classe política de Brasília e chegou a afirmar que o Distrito Federal nem sequer faz por merecer sua autonomia política. Como mostra o Diário do Poder, o ministro classificou a política no DF como “rastaquera” e ainda afirmou que a unidade federal “já deveria ter passado por processo de intervenção”, em razão dos sucessivos escândalos e do comportamento geral dos seus políticos. Gilmar Mendes também declarou, enfaticamente, que “o Distrito Federal não tem sequer dignidade para ter autonomia política”.

Em seguida, o ministro Luiz Fux se posicionou contra o registro da candidatura, assim como a ministra Laurita Vaz, que colocou o placar em 4 x 1 e sacramentou a decisão do TSE contrária à permanência do ex-governador no pleito de 5 de outubro. Com os votos dos ministros João Otavio de Noronha e Dias Toffoli, chegou a 6×1 o placar no TSE pela impugnação de Arruda ao governo do Distrito Federal. O político poderá ainda recorrer ao Supremo Tribunal Federal (STF).

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