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Brasília

Preso grupo que vendia droga em órgãos públicos

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu quatro suspeitos de integrarem uma quadrilha que vendia entorpecentes para pessoas de classe média-alta em órgãos públicos do Executivo e do Legislativo, em Brasília; as drogas também eram entregues em clínicas médias, universidades, centros culturais, clubes e em áreas nobres da capital federal; a polícia descobriu que um médico interrompeu uma consulta para receber para comprar a droga 

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A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu quatro suspeitos de integrarem uma quadrilha que vendia entorpecentes para pessoas de classe média-alta em órgãos públicos do Executivo e do Legislativo, em Brasília; as drogas também eram entregues em clínicas médias, universidades, centros culturais, clubes e em áreas nobres da capital federal; a polícia descobriu que um médico interrompeu uma consulta para receber para comprar a droga  (Foto: Leonardo Lucena)
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Brasília 247 – A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu na tarde desta quinta-feira (20) quatro suspeitos de integrarem uma quadrilha que vendia entorpecentes para pessoas de classe média-alta em órgãos público dos poderes Executivo e Legislativo, em Brasília. As drogas também eram entregues em clínicas médias, universidades, centros culturais, clubes e em áreas nobres da capital federal. Com os detidos, forma encontrados R$ 17 mil, em uma via de acesso à Epia, próxima ao Park Sul, onde dois suspeitos de Anápolis (GO) vendiam um quilo de cocaína para o suposto líder da quadrilha do DF. Segundo a polícia, o dinheiro seria usado para pagar a droga.

O quarto homem suspeito, irmão do líder do grupo, foi preso casa, na Vila Planalto. Lá, a polícia apreendeu R$ 90 mil em dinheiro, dois quilos de cocaína, 300 gramas de Skank (maconha potencializada), meio quilo de maconha, anfetamina e uma balança de precisão. Dois carros e uma moto também foram apreendidos.

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De acordo com o delegado da Coordenação de Repressão às Drogas (Cord), Rodrigo Bonach, a polícia descobriu que um médico interrompeu uma consulta para receber para comprar a droga de um suspeito. Bonach informou que a policia deve enviar um comunicado ao Conselho Regional de Medicina, caso fique comprovado que o médico era cliente do grupo.

O delegado afirmou que ficou impressionado com quantidade de dinheiro encontrado com a quadrilha. "No carnaval eles viajaram para o Nordeste, passearam de helicóptero. Eles gastavam com passeios e curtindo a vida", declarou. Segundo o G1 Distrito Federal, os suspeitos já tinham passagem pela polícia por formação de quadrilha, uso de documento falso e roubo à mão armada.

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