PSDB, DEM e até PMDB dão menos votos a Temer

Apesar dos R$ 31 bilhões gastos para comprar apoio parlamentar e se salvar, Michel Temer teve menos votos em sua própria base; em comparação com a primeira acusação da PGR, votada em agosto, PSDB, DEM, PSD, PTB e o até o PMDB, partidos que compõem a base aliada, registraram menos votos nesta quarta-feira, 25; no caso tucano, o cenário foi ainda pior para o governo, já que a maioria da bancada votou contra Temer desta vez

Apesar dos R$ 31 bilhões gastos para comprar apoio parlamentar e se salvar, Michel Temer teve menos votos em sua própria base; em comparação com a primeira acusação da PGR, votada em agosto, PSDB, DEM, PSD, PTB e o até o PMDB, partidos que compõem a base aliada, registraram menos votos nesta quarta-feira, 25; no caso tucano, o cenário foi ainda pior para o governo, já que a maioria da bancada votou contra Temer desta vez
Apesar dos R$ 31 bilhões gastos para comprar apoio parlamentar e se salvar, Michel Temer teve menos votos em sua própria base; em comparação com a primeira acusação da PGR, votada em agosto, PSDB, DEM, PSD, PTB e o até o PMDB, partidos que compõem a base aliada, registraram menos votos nesta quarta-feira, 25; no caso tucano, o cenário foi ainda pior para o governo, já que a maioria da bancada votou contra Temer desta vez (Foto: Giuliana Miranda)

247 - Além dos tucanos, DEM, PSD, PTB e o até o PMDB, partidos que compõem a base aliada, registraram menos votos nesta quarta-feira, 25, na votação que barrou a segunda denúncia contra Michel Temer, por obstrução da Justiça e organização criminosa, do que em agosto, quando apreciaram a admissibilidade da primeira acusação formal da Procuradoria-Geral da República, por corrupção passiva.

No caso do PSDB, o cenário foi ainda pior para o governo, já que a maioria da bancada votou contra Temer desta vez. Foram 23 votos a favor da continuidade da investigação e 21 pelo arquivamento. Na primeira votação, a bancada tucana já havia rachado, mas na época os tucanos deram 22 votos favoráveis ao presidente da República e 21 contra.

O resultado final na bancada tucana mostrou um distanciamento entre o partido e o governo. O desfecho foi interpretado como uma derrota do senador Aécio Neves (PSDB-MG), considerado o principal responsável pela manutenção do partido na base aliada. E dá força ao senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), presidente interino da sigla e alinhado à ala que defende o desembarque dos tucanos do governo.

No DEM, partido do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), Temer obteve 23 votos em agosto e 20 agora. O deputado Abel Mesquita (RR) foi um dos que havia votado contra o prosseguimento da denúncia e, desta vez, votou a favor da continuidade da investigação.

As informações são de reportagem de Daiene Cardoso, Felipe Frazão, Isadora Peron e Renan Truffi no Estado de S.Paulo.

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