Racionamento de água dura até o fim do ano, diz Rollemberg

O governador Rodrigo Rollemberg afirmou que o Distrito Federal terá de enfrentar o racionamento de água, ao menos, até o fim do ano. “Sabemos que não teremos chuva suficiente para encher os reservatórios, e as obras de infraestrutura que vão ampliar a capacidade de abastecimento do DF ainda demorarão alguns meses para serem concluídas”, disse ele no seminário O desafio hídrico e as preparações para 8º Fórum Mundial da Água

O governador Rodrigo Rollemberg afirmou que o Distrito Federal terá de enfrentar o racionamento de água, ao menos, até o fim do ano. “Sabemos que não teremos chuva suficiente para encher os reservatórios, e as obras de infraestrutura que vão ampliar a capacidade de abastecimento do DF ainda demorarão alguns meses para serem concluídas”, disse ele no seminário O desafio hídrico e as preparações para 8º Fórum Mundial da Água
O governador Rodrigo Rollemberg afirmou que o Distrito Federal terá de enfrentar o racionamento de água, ao menos, até o fim do ano. “Sabemos que não teremos chuva suficiente para encher os reservatórios, e as obras de infraestrutura que vão ampliar a capacidade de abastecimento do DF ainda demorarão alguns meses para serem concluídas”, disse ele no seminário O desafio hídrico e as preparações para 8º Fórum Mundial da Água (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - O governador Rodrigo Rollemberg afirmou, nesta terça-feira (11), que o Distrito Federal terá de enfrentar o racionamento de água, ao menos, até o fim do ano. “Sabemos que não teremos chuva suficiente para encher os reservatórios, e as obras de infraestrutura que vão ampliar a capacidade de abastecimento do DF ainda demorarão alguns meses para serem concluídas”, disse ele no seminário O desafio hídrico e as preparações para 8º Fórum Mundial da Água. O evento é realizado pelo Correio e pela Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa).

De acordo com o chefe do executivo, uma das principais causas da falta de abastecimento é a ocupação desordenada do solo. “A ocupação desordenada, além de ser feita sem o processo adequado de drenagem e preservação ambiental, produz outro fenômeno: o furto de água, que leva a 35% de perda de água da Caesb”, acrescentou.

Rollemberg afirmou que a ameaça de falta de abastecimento do DF é antiga, durando décadas, e, segundo ele, a seca mais forte deixou o problema mais evidente. “A nossa expectativa é que uma boa estação de chuvas, a partir de outubro, aliada aos investimentos que o governo está fazendo para a ampliação da capacidade de abastecimento do DF, consigamos superar esta crise no fim deste ano”, disse.

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