Raquel Dodge denuncia ministro do TSE por agressão contra a mulher

Ministro do TSE Admar Gonzaga foi denunciado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo crime de lesão corporal por ter agredido sua mulher, Élida Souza Matos, em junho deste ano; caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) porque Gonzaga tem foro privilegiado; denúncia contra Gonzaga foi protocolada pela PGR nesta terça-feira (13) e tem como relator o ministro Celso de Mello

Ministro do TSE Admar Gonzaga foi denunciado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo crime de lesão corporal por ter agredido sua mulher, Élida Souza Matos, em junho deste ano; caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) porque Gonzaga tem foro privilegiado; denúncia contra Gonzaga foi protocolada pela PGR nesta terça-feira (13) e tem como relator o ministro Celso de Mello
Ministro do TSE Admar Gonzaga foi denunciado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo crime de lesão corporal por ter agredido sua mulher, Élida Souza Matos, em junho deste ano; caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) porque Gonzaga tem foro privilegiado; denúncia contra Gonzaga foi protocolada pela PGR nesta terça-feira (13) e tem como relator o ministro Celso de Mello (Foto: Paulo Emílio)
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Brasília 247 - O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga foi denunciado pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pelo crime de lesão corporal por ter agredido sua mulher, Élida Souza Matos, em junho deste ano. Com o olho roxo, ela registrou um boletim de ocorrência e fez exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal que constatou a agressão. O caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) porque Gonzaga tem foro privilegiado.

A denúncia contra Gonzaga foi protocolada pela PGR nesta terça-feira (13) e tem como relator o ministro Celso de Mello. Na época do episódio, o ministro disse que o caso aconteceu devido a uma crise de ciúmes da mulher após o consumo excessivo de álcool. Ele justificou o olho roxo da mulher afirmando que ela escorregou em um enxaguante bucal derramado no chão durante a discussão e batido com o rosto na banheira.
Gonzaga admitiu, porém, ter empurrado Élida em defesa própria. Ele também anexou ao processo fotos suas com arranhões que teriam sido provocados pela mulher.

A filha de Élida, Erica Matos, disse em seu depoimento à polícia, que ouviu gritos no qual Gonzaga chamava Élida de "escrota", "puta" e "vagabunda". Ela também disse que Gonzaga subjugava a esposa e, incluindo não deixasse que a mesma estudasse. O ministro nega esta atitude.

 

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