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Relator da reforma de Temer diz que leis trabalhistas são fascistas

O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), indicado para relatar a proposta de Reforma Trabalhista que deverá ser oficializado hoje no posto, critica pesadamente a atual legislação do setor; para ele, as leis que regem o trabalho no Brasil “ficaram anacrônicas”; Marinho apoia a ideia do governo de rever a legislação como forma de garantir empregos e critica a inspiração da CLT; “Modernizar a lei é imposição do tempo atual. A turma não gosta de falar, mas a legislação é fascista. É baseada na ‘Carta del Lavoro’, de Benito Mussolini, de 1927”, afirma

Rogério Marinho (PSDB-RN), indicado para relatar a proposta de Reforma Trabalhista (Foto: Giuliana Miranda)

Brasília 247 - O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), indicado para relatar a proposta de Reforma Trabalhista que deverá ser oficializado hoje no posto, critica pesadamente a atual legislação do setor. Para ele, as leis que regem o trabalho no Brasil “ficaram anacrônicas”. Marinho apoia a ideia do governo de rever a legislação como forma de garantir empregos. E critica a inspiração da CLT. “Modernizar a lei é imposição do tempo atual. A turma não gosta de falar, mas a legislação é fascista. É baseada na ‘Carta del Lavoro’, de Benito Mussolini, de 1927”, afirma.

As informações são da Coluna do Estadão.