Relatório final da CPI da Petrobras no Senado será apresentado na quarta

Relatório da CPI da Petrobras que funciona exclusivamente no Senado será apresentado na próxima quarta-feira (17) pelo senador José Pimentel (PT-CE); se não houver pedido de vista, o texto pode ser votado no mesmo dia, encerrando as atividades do colegiado; a CPI do Senado funciona paralelamente à CPI mista, com os mesmos objetos de investigação: compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA); lançamento ao mar de plataformas inacabadas; pagamento de propina a funcionários da estatal; e superfaturamento na construção de refinarias

Relatório da CPI da Petrobras que funciona exclusivamente no Senado será apresentado na próxima quarta-feira (17) pelo senador José Pimentel (PT-CE); se não houver pedido de vista, o texto pode ser votado no mesmo dia, encerrando as atividades do colegiado; a CPI do Senado funciona paralelamente à CPI mista, com os mesmos objetos de investigação: compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA); lançamento ao mar de plataformas inacabadas; pagamento de propina a funcionários da estatal; e superfaturamento na construção de refinarias
Relatório da CPI da Petrobras que funciona exclusivamente no Senado será apresentado na próxima quarta-feira (17) pelo senador José Pimentel (PT-CE); se não houver pedido de vista, o texto pode ser votado no mesmo dia, encerrando as atividades do colegiado; a CPI do Senado funciona paralelamente à CPI mista, com os mesmos objetos de investigação: compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA); lançamento ao mar de plataformas inacabadas; pagamento de propina a funcionários da estatal; e superfaturamento na construção de refinarias (Foto: Leonardo Lucena)
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Agência Senado - José Pimentel (PT-CE), relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras que funciona exclusivamente no Senado, vai apresentar o relatório nesta quarta-feira (17), às 15h. Se não houver pedido de vista, o texto pode ser votado no mesmo dia, encerrando as atividades do colegiado.

Composta de 13 titulares e 8 suplentes, a CPI exclusiva tem a participação efetiva apenas de senadores da base aliada do governo e não consegue quórum para se reunir desde 16 de julho. De lá pra cá, agendou sete reuniões que não chegaram a ser abertas. A última delas seria para ouvir José Maria Rangel e João Antônio de Moraes, coordenador-geral e secretário de Relações Internacional da Federação Única dos Petroleiros. Eles falariam sobre a segurança nas plataformas de petróleo.

A CPI do Senado funciona paralelamente à CPI mista, com os mesmos objetos de investigação: a compra da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA); o lançamento ao mar de plataformas inacabadas; o pagamento de propina a funcionários da estatal; e o superfaturamento na construção de refinarias.

O relatório final da CPI mista já foi apresentado e deve ser votado também na quarta-feira (17).

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