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Renan indica aliados para CCJ

Renan Calheiros  já começou seu período na liderança do PMDB no Senado mostrando seu poder de artilharia; depois de bancar a indicação de Edison Lobão (PMDB-MA), que é investigado no Supremo Tribunal Federal, para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Calheiros (PMDB-AL) nomeou uma "tropa de choque" para compor o restante da comissão: Lobão, Jader Barbalho (PMDB-PA), Eduardo Braga (PMDB-AM), Simone Tebet (PMDB-MS), Valdir Raupp (PMDB-RO), Marta Suplicy (PMDB-SP) e José Maranhão (PMDB-PB); o colegiado irá fazer a sabatina de Alexandre de Moraes para o cargo de ministro do Supremo, além de votar os principais projetos que revisam a Constituição

renan calheiros (Foto: Giuliana Miranda)

Brasília 247 - Renan Calheiros  já começou seu período na liderança do PMDB no Senado mostrando seu poder de artilharia. Depois de bancar a indicação de Edison Lobão (PMDB-MA), que é investigado no Supremo Tribunal Federal, para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Calheiros (PMDB-AL) nomeou uma "tropa de choque" para compor o restante da comissão: Lobão, Jader Barbalho (PMDB-PA), Eduardo Braga (PMDB-AM), Simone Tebet (PMDB-MS), Valdir Raupp (PMDB-RO), Marta Suplicy (PMDB-SP) e José Maranhão (PMDB-PB).  O colegiado irá fazer a sabatina de Alexandre de Moraes para o cargo de ministro do Supremo, além de votar os principais projetos que revisam a Constituição.

As informações são de reportagem de Isabela Bonfim e Julia Lindner no Estado de S.Paulo.

"Com exceção de Marta e Simone, todos os demais senadores são ligados ao grupo do ex-presidente José Sarney, que inclusive orientou a indicação de Lobão para a presidência do colegiado. O senador Eduardo Braga, que figurava independente, também tem se aproximado de Renan.

O líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RR), e o próprio Renan estão na lista de suplentes, senadores que podem participar e votar nas sessões em que houver titulares do PMDB ausentes. O senador Raimundo Lira (PMDB-PB), que tentou disputar a presidência da CCJ, não vai nem mesmo participar da comissão."