Rosso, que presidiu o golpe, teria pedido propina de R$ 12 milhões

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), que presidiu a comissão do golpe contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara, teria pedido propina de R$ 12 milhões à Andrade Gutierrez, quando exerceu um mandato-tampão no governo do Distrito Federal; leia reportagem de Manoela Alcântara, do portal Metrópoles

O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), que presidiu a comissão do golpe contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara, teria pedido propina de R$ 12 milhões à Andrade Gutierrez, quando exerceu um mandato-tampão no governo do Distrito Federal; leia reportagem de Manoela Alcântara, do portal Metrópoles
O deputado Rogério Rosso (PSD-DF), que presidiu a comissão do golpe contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara, teria pedido propina de R$ 12 milhões à Andrade Gutierrez, quando exerceu um mandato-tampão no governo do Distrito Federal; leia reportagem de Manoela Alcântara, do portal Metrópoles (Foto: Leonardo Attuch)

Por Manoela Alcântara, no portal Metrópoles

O “governador-tampão” do Distrito Federal em 2010, Rogério Rosso (PSD), teria jogado alto para garantir a assinatura do contrato para reforma do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha. Após assumir o cargo para completar o mandato de José Roberto Arruda (PR), preso no início daquele ano por envolvimento no escândalo descoberto pela Caixa de Pandora, Rosso teria cobrado R$ 12 milhões em propina.

A denúncia consta na delação premiada de Rodrigo Ferreira Lopes da Silva, ex-diretor da Andrade Gutierrez. Os depoimentos prestados ao Ministério Público Federal (MPF) estavam sob sigilo até a tarde desta terça-feira (30/5), quando o Supremo Tribunal Federal (STF) tornou público o material. A documentação detalha como Rosso, hoje deputado federal, teria tentado tirar proveito da Andrade Gutierrez assim que pegou as chaves do Palácio do Buriti.

Segundo Rodrigo Lopes, um interlocutor de Rosso teria pedido os R$ 12 milhões durante uma reunião realizada no escritório da empreiteira. O pedido foi recusado imediatamente. No entanto, em 2011, após a assinatura do contrato, ficou acertada a quantia de R$ 500 mil para o então chefe do Executivo distrital. Essa negociata, segundo Lopes, ocorreu na Residência Oficial de Águas Claras.

Leia a reportagem completa do Metrópoles

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