Saud ficará na Papuda com presos que delatou, diz advogado

O executivo Ricardo Saud, do grupo J&F, foi transferido na tarde desta sexta-feira (15) da carceragem da Superintendência da Polícia Federal para o complexo penitenciário da Papuda, em Brasília; preso no fim de semana passado por suspeita de ter omitido informações no acordo de delação firmado com a Procuradoria-Geral da República, Saud teve a prisão temporária convertida em preventiva; o advogado de Saud, Antônio Carlos de Almeida Castro disse que a transferência para a Papuda gera preocupação na defesa porque um dos delatados, também detido, teria jurado Saud de morte

O executivo Ricardo Saud, do grupo J&F, foi transferido na tarde desta sexta-feira (15) da carceragem da Superintendência da Polícia Federal para o complexo penitenciário da Papuda, em Brasília; preso no fim de semana passado por suspeita de ter omitido informações no acordo de delação firmado com a Procuradoria-Geral da República, Saud teve a prisão temporária convertida em preventiva; o advogado de Saud, Antônio Carlos de Almeida Castro disse que a transferência para a Papuda gera preocupação na defesa porque um dos delatados, também detido, teria jurado Saud de morte
O executivo Ricardo Saud, do grupo J&F, foi transferido na tarde desta sexta-feira (15) da carceragem da Superintendência da Polícia Federal para o complexo penitenciário da Papuda, em Brasília; preso no fim de semana passado por suspeita de ter omitido informações no acordo de delação firmado com a Procuradoria-Geral da República, Saud teve a prisão temporária convertida em preventiva; o advogado de Saud, Antônio Carlos de Almeida Castro disse que a transferência para a Papuda gera preocupação na defesa porque um dos delatados, também detido, teria jurado Saud de morte (Foto: Charles Nisz)

Brasília 247 - O executivo Ricardo Saud, do grupo J&F, foi transferido na tarde desta sexta-feira (15) da carceragem da Superintendência da Polícia Federal para o complexo penitenciário da Papuda, em Brasília. Preso no final de semana por ordem do ministro Edson Fachin do Supremo Tribunal Federal, Saud é suspeito de, junto com o dono da JBS (empresa do grupo J&F), Joesley Batista, ter mentido e omitido informações no acordo de delação premiada firmado por ambos com a Procuradoria Geral da República, que já pediu a rescisão do compromisso.

Inicialmente, a prisão do executivo era temporária (por cinco dias), mas nesta quinta-feira (14) , a pedido da PGR, o ministro Edson Fachin, do STF autorizou a conversão da prisão para preventiva (por tempo indeterminado). Segundo o advogado de Saud e de Joesley Batista, Antonio Carlos de Almeida Castro, disse que a transferência do executivo para a Papuda foi uma decisão da PF. Joesley, por sua vez, foi transferido na manhã desta sexta para São Paulo.

Castro disse que a ala onde Saud ficará detido é um local especial para delatores, mas ainda assim gera preocupação na defesa. Na mesma área estão detidas seis pessoas delatadas pelo executivo. O fato de Saud ficar perto dos delatados gera uma "preocupação real". "Inclusive uma dessas pessoas teria num dado momento jurado de morte o Ricardo", afirmou o advogado

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