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Senado deve corrigir a reforma política de Cunha

O texto aprovado pela Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB), rejeitou duas emendas: a primeira previa mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos do Executivo e do Legislativo e a segunda, o fim das coligações de partidos nas eleições proporcionais (para deputados federais, estaduais e vereadores); além disso, os deputados brasileiros impediram a criação de um mecanismo que garantiria a maior presença de mulheres nas casas legislativas brasileiras

O texto aprovado pela Câmara, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB), rejeitou duas emendas: a primeira previa mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos do Executivo e do Legislativo e a segunda, o fim das coligações de partidos nas eleições proporcionais (para deputados federais, estaduais e vereadores); além disso, os deputados brasileiros impediram a criação de um mecanismo que garantiria a maior presença de mulheres nas casas legislativas brasileiras (Foto: Roberta Namour)

247 - O Senado está determinado a rejeitar a reforma política aprovada na Câmara, segundo o colunista Ilimar Franco.

A votação na Casa, sob o comando de Eduardo Cunha (PMDB) rejeitou duas emendas: a primeira previa mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos do Executivo e do Legislativo e a segunda, o fim das coligações de partidos nas eleições proporcionais (para deputados federais, estaduais e vereadores).

Além disso, os deputados brasileiros impediram a criação de um mecanismo que garantiria a maior presença de mulheres nas casas legislativas brasileiras.