Temer decide manter idade mínima de 65 anos, até para mulheres

Essa foi a decisão do grupo reunido por Michel Temer na noite de ontem para tentar demonstrar ao mercado financeiro que, apesar da lista de Fachin, a reforma da Previdência será tocada adiante; Temer foi citado como responsável por uma propina de US$ 40 milhões na Petrobras e oito de seus ministros são investigados

Essa foi a decisão do grupo reunido por Michel Temer na noite de ontem para tentar demonstrar ao mercado financeiro que, apesar da lista de Fachin, a reforma da Previdência será tocada adiante; Temer foi citado como responsável por uma propina de US$ 40 milhões na Petrobras e oito de seus ministros são investigados
Essa foi a decisão do grupo reunido por Michel Temer na noite de ontem para tentar demonstrar ao mercado financeiro que, apesar da lista de Fachin, a reforma da Previdência será tocada adiante; Temer foi citado como responsável por uma propina de US$ 40 milhões na Petrobras e oito de seus ministros são investigados (Foto: Leonardo Attuch)
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247 – Mesmo citado nas delações da Odebrecht como responsável por uma propina de US$ 40 milhões para o PMDB, e com oito ministros investigados por corrupção, Michel Temer decidiu tocar adiante sua reforma previdenciária, mantendo a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres.

As informações são de Idiana Tomazelli e Carla Araújo:

O relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), afirmou na noite deste domingo que a idade mínima de 65 anos para homens e mulheres “continua sendo o ponto mais alto da PEC”. “Nós pretendemos que assim permaneça, como está na PEC”, disse Oliveira Maia após reunir-se com o presidente Michel Temer e ministros no Palácio do Alvorada para apresentar pontos já modificados em seu relatório.

O presidente da comissão especial da reforma na Câmara, deputado Carlos Marun (PMDB-MS), também disse ser muito difícil alterar esse ponto. “Não vejo essa possibilidade, mulher luta por uma igualdade”, afirmou. Apesar disso, interlocutores do Palácio do Planalto reconhecem que, se houver necessidade de flexibilizar a idade mínima das mulheres para vencer resistências (principalmente da bancada feminina), essa cartada será lançada diretamente no plenário.

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