Terracap apresenta projeto de parque tecnológico a membros do ‘Brasil Central’

A Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) apresentou aos integrantes do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2016 o projeto do parque tecnológico Biotic; a ideia é buscar investidores para a criação do Fundo de Investimento em Participações, com 51% administrados por parceiros privados e 49% pela Terracap; a concorrência para contratação de agente financeiro será aberta na quarta-feira (7); fixada por lei em 2002, a área destinada ao parque tecnológico tem 1,2 milhão de metros quadrados, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília, com capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas

A Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) apresentou aos integrantes do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2016 o projeto do parque tecnológico Biotic; a ideia é buscar investidores para a criação do Fundo de Investimento em Participações, com 51% administrados por parceiros privados e 49% pela Terracap; a concorrência para contratação de agente financeiro será aberta na quarta-feira (7); fixada por lei em 2002, a área destinada ao parque tecnológico tem 1,2 milhão de metros quadrados, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília, com capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas
A Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) apresentou aos integrantes do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2016 o projeto do parque tecnológico Biotic; a ideia é buscar investidores para a criação do Fundo de Investimento em Participações, com 51% administrados por parceiros privados e 49% pela Terracap; a concorrência para contratação de agente financeiro será aberta na quarta-feira (7); fixada por lei em 2002, a área destinada ao parque tecnológico tem 1,2 milhão de metros quadrados, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília, com capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas (Foto: Leonardo Lucena)

Brasília 247 - A Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap) apresentou aos integrantes do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2016 o projeto do parque tecnológico Biotic. A ideia é buscar investidores para a criação do Fundo de Investimento em Participações, com 51% administrados por parceiros privados e 49% pela Terracap. A concorrência para contratação de agente financeiro será aberta na quarta-feira (7).

Fixada por lei em 2002, a área destinada ao parque tecnológico tem 1,2 milhão de metros quadrados, entre a Granja do Torto e o Parque Nacional de Brasília, com capacidade para abrigar cerca de 1,2 mil empresas. Atualmente, funcionam no local os centros de processamento de dados do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal e uma subestação da Companhia Energética de Brasília (CEB). O governo quer atrair de startups a multinacionais para aumentar a cooperação e criação de negócios entre empresas, universidades e centros de pesquisa.

Principal empreendimento do governo de Brasília na área de ciência, tecnologia e inovação, o Biotic integra a lista de locais prioritários do governo para firmar parcerias com a iniciativa privada.

Brasil Central

Na última reunião do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central em 2016, governadores de quatro estados e o do DF, Rodrigo Rollemberg, aproveitaram para estreitar ainda mais os laços. Entre os temas, a possibilidade de compras compartilhadas, especialmente na saúde, entre as unidades da Federação participantes.

Questionado sobre propostas do setor produtivo para auxiliar a administração pública na retomada de empregos, Rodrigo Rollemberg destacou a importância das sugestões. “Recebemos muito positivamente contribuições. O consórcio tem feito isto: ouvido especialistas para avançar em uma forma integrada de gestão.”

Apresentação da empresa Macroplan, que presta consultoria sobre gestão pública, mostrou os desafios dos estados. O recorte foi analisado com um destaque positivo: o Brasil Central hoje representa 10,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, maior porcentual já registrado.

Existe a vontade de se estabelecer um mercado comum entre os estados do Brasil Central. As tratativas são feitas no âmbito das Secretarias de Fazenda, mas não houve a decisão por um modelo. A ideia é chegar a esse ponto em 8 de dezembro, data da próxima reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária(Confaz).

“Discutimos ferramentas para alavancar o desenvolvimento do Brasil Central. A região tem tido crescimento bem superior ao resto do País nos últimos anos. Avançamos nesse último encontro ao reeleger o presidente, na proposta de um mercado comum, na sinergia nas compras em áreas como saúde e educação. Vamos começar parceria entre as unidades da Emater para alavancar a extensão rural”, resumiu a secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do DF, Leany Lemos.

*Com assessoria

 

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