TSE desmonetiza produtora Brasil Paralelo e intima Carlos Bolsonaro por fake news

O Tribunal determinou que o vereador Carlos Bolsonaro se manifeste em até três dias e mandou as redes sociais identificarem 28 perfis que estariam compartilhando notícias falsas

www.brasil247.com - Vereador Carlos Bolsonaro
Vereador Carlos Bolsonaro (Foto: Renan Olaz/CMRJ)


247 - O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Benedito Gonçalves mandou o Youtube desmonetizar quatro canais de apoiadores de Jair Bolsonaro (PL), incluindo o da produtora Brasil Paralelo, por divulgação de notícias falsas contra o candidato a presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O ministro fixou multa diária de R$ 50 mil em caso de descumprimento. Além do Brasil Paralelo, a desmonetização atinge os canais Foco do Brasil, Folha Política e Dr. News. As informações foram publicadas nesta terça-feira (18) pelo portal Uol

O TSE determinou que o vereador da cidade do Rio de Janeiro (RJ) Carlos Bolsonaro (Republicanos) se manifestar em até três dias e mandou as redes sociais identificarem 28 perfis que estariam compartilhando notícias falsas de forma anônima nas plataformas. O filho de Jair Bolsonaro (PL) terá de falar sobre a "utilização político-eleitoral de seus perfis nas redes sociais" e o pedido da campanha do PT para que suas contas sejam suspensas.

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O ministro suspendeu o lançamento de um dos vídeos planejados pela Brasil Paralelo que seria divulgado a seis dias do segundo turno.

O ministro disse ser "preocupante" que esses canais produzam conteúdo com notícias falsas "prejudiciais ao candidato Lula, com significativa repercussão e efeitos persistentes" mesmo após a remoção dos conteúdos. 

"Além disso, movimentam vultosos recursos financeiros, tanto arrecadados junto a assinantes e via monetização, quanto gastos em produção e impulsionamento de conteúdos", disse Benedito. 

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