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Viana diz que impeachment é “marcha da insensatez”

Vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), disse que o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão, está sendo hoje execrado pela oposição, enquanto há poucos meses era considerado um aliado, por atuar com o então presidente Eduardo Cunha; "Esse processo tem vício de origem. Ele vem por vingança. Como os historiadores vão explicar que pode ter um processo de impeachment conduzido, implementado, manipulado pelo presidente da Câmara, quando o Supremo por 11 votos a zero, interditou o mandato do presidente Eduardo Cunha?", questionou

Vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), disse que o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão, está sendo hoje execrado pela oposição, enquanto há poucos meses era considerado um aliado, por atuar com o então presidente Eduardo Cunha; "Esse processo tem vício de origem. Ele vem por vingança. Como os historiadores vão explicar que pode ter um processo de impeachment conduzido, implementado, manipulado pelo presidente da Câmara, quando o Supremo por 11 votos a zero, interditou o mandato do presidente Eduardo Cunha?", questionou (Foto: Aquiles Lins)
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Da Agência Senado - O senador Jorge Viana (PT-AC) disse nesta segunda-feira (9) que o país vive um momento de perplexidade diante do que chamou de mais um capítulo do conturbado processo de impeachment da presidente da República, Dilma Rousseff. Para o senador, o impeachment é um equívoco, levado adiante pelo então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, que rompeu com o governo.

Jorge Viana se referiu à decisão do presidente em exercício da Câmara, deputado Waldir Maranhão, de ter anular a votação daquela Casa, feita no dia 17 de abril, que autorizou a abertura do processo de impeachment por 367 votos a favor, 137 contra, sete abstenções e duas abstenções.

Para Jorge Viana, enquanto o presidente em exercício da Câmara, Waldir Maranhão, está sendo execrado pela oposição, quando há poucos meses era considerado um aliado, por atuar com o então presidente Eduardo Cunha. Segundo o senador, o impeachment é um equívoco.

"Nós estamos vivendo uma espécie de marcha da insensatez. Esse processo de impeachment tem vício de origem. Ele vem por vingança. Como a história, como os historiadores, estudando os documentos, vão explicar que pode ter um processo de impeachment conduzido, implementado, manipulado pelo presidente da Câmara, quando o Supremo por 11 votos a zero, interditou o mandato do presidente Eduardo Cunha?", questionou.