Advogado contesta Folha: 'não há nenhum nome'

Pierpaolo Bottini, que defende Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, desmente reportagem da Folha, que atribui a seu cliente a revelação de que o ex-ministro de Minas e Energia, Édison Lobão, teria recebido R$ 10 milhões de propina em Belo Monte; "não houve depoimento e nenhum nome foi citado, portanto, só há especulação", disse ele ao 247

Pierpaolo Bottini, que defende Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, desmente reportagem da Folha, que atribui a seu cliente a revelação de que o ex-ministro de Minas e Energia, Édison Lobão, teria recebido R$ 10 milhões de propina em Belo Monte; "não houve depoimento e nenhum nome foi citado, portanto, só há especulação", disse ele ao 247
Pierpaolo Bottini, que defende Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, desmente reportagem da Folha, que atribui a seu cliente a revelação de que o ex-ministro de Minas e Energia, Édison Lobão, teria recebido R$ 10 milhões de propina em Belo Monte; "não houve depoimento e nenhum nome foi citado, portanto, só há especulação", disse ele ao 247 (Foto: Leonardo Attuch)

247 - O advogado Pierpaolo Bottini, que defende Dalton Avancini, executivo da Camargo Corrêa preso na Operação Lava Jato, contesta o teor de reportagem da Folha de S. Paulo deste sábado, que atribui a seu cliente a revelação de que o ex-ministro Édison Lobão teria recebido R$ 10 milhões em propina, na obra da usina de Belo Monte, no Pará.

"Não houve nenhum depoimento, nenhuma declaração, nenhuma citação a qualquer nome", disse Bottini ao 247. Ele confirma, apenas, que Avancini formalizou um acordo de delação premiada com o Ministério Público. "Tudo o que foi publicado não passa de especulação".

Além dessa citação a Lobão, reportagens anteriores anteciparam que Avancini contestaria as consultorias prestadas pelo ex-ministro José Dirceu à Camargo Corrêa. "Também se trata de especulação", disse Bottini.

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