Baixaria no Maranhão: denúncia contra Flavio Dino foi paga

Preso no Maranhão, Andre Caldas agora diz que foi coagido pelo diretor do Centro de Custódia de Pedrinhas, Carlos Aguiar, para gravar vídeo que envolve o candidato do PC do B ao governo do Estado, Flávio Dino, no assalto a um carro-forte no campus da Universidade Federal do Maranhão; ele afirma que, em troca, recebeu a “promessa de um alvará de soltura e mais uma boa quantia em dinheiro, além de ficar ‘blindado’ no sistema”

Preso no Maranhão, Andre Caldas agora diz que foi coagido pelo diretor do Centro de Custódia de Pedrinhas, Carlos Aguiar, para gravar vídeo que envolve o candidato do PC do B ao governo do Estado, Flávio Dino, no assalto a um carro-forte no campus da Universidade Federal do Maranhão; ele afirma que, em troca, recebeu a “promessa de um alvará de soltura e mais uma boa quantia em dinheiro, além de ficar ‘blindado’ no sistema”
Preso no Maranhão, Andre Caldas agora diz que foi coagido pelo diretor do Centro de Custódia de Pedrinhas, Carlos Aguiar, para gravar vídeo que envolve o candidato do PC do B ao governo do Estado, Flávio Dino, no assalto a um carro-forte no campus da Universidade Federal do Maranhão; ele afirma que, em troca, recebeu a “promessa de um alvará de soltura e mais uma boa quantia em dinheiro, além de ficar ‘blindado’ no sistema” (Foto: Roberta Namour)

247 – Preso no Complexo penitenciário de Pedrinhas, no Maranhão, Andre Escocio Caldas voltou atrás nas acusações contra o candidato do PC do B ao governo do Estado, Flávio Dino.

Em novo depoimento à Polícia Civil, ele disse ter sido pago para gravar um vídeo no qual envolve Dino no assalto a um carro-forte no campus da Universidade Federal do Maranhão.

O material, que liga o político à facção criminosa Bonde dos 40, foi exibido no início da semana na TV Difusora, que pertence à família de seu adversário, o senador Edson Lobão Filho (PMDB).

Caldas diz que foi coagido pelo diretor do Centro de Custodia, Carlos Aguiar, para gravar o vídeo em troca da “promessa de um alvará de soltura e mais uma boa quantia em dinheiro, além de ficar ‘blindado’ no sistema”.

Segundo reportagem do Estadão, Aguiar reconheceu a gravação do vídeo, mas negou ter atuado em nome de partidos políticos.

 

 

 

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