Collor pede perdão pelo confisco do saldo de cadernetas de poupança

O ex-presidente da República e atual senador pelo MDB-AL, Fernando Collor de Mello, pediu desculpas pelo confisco de parte do saldo de cadernetas de poupança e contas-correntes em março de 1990. "Quando assumi o governo, o país enfrentava imensa desorganização econômica, por causa da hiperinflação: 80% ao mês!", disse

(Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado)
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247 - O ex-presidente da República e atual senador pelo MDB-AL, Fernando Collor de Mello, pediu desculpas, nesta segunda-feira (18), pelo confisco de parte do saldo de cadernetas de poupança e contas-correntes em março de 1990. O Plano Collor limitou os saques a 50 mil cruzeiros, moeda que substituiu o cruzado novo. 

De acordo com o parlamentar, a decisão foi tomada na tentativa de conter a hiperinflação de 80% ao mês. "Pessoal, entendo que é chegado o momento de falar aqui, com ainda mais clareza, de um assunto delicado e importante: o bloqueio dos ativos no começo do meu governo. Quando assumi o governo, o país enfrentava imensa desorganização econômica, por causa da hiperinflação: 80% ao mês!", disse.

O controle da inflação veio em 1994, com o Plano Real. As perdas dos poupadores com o Plano Collor até hoje é discutida no Judiciário.

 

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