Dino adere a proposta por novas eleições

Apesar de ser uma das principais lideranças contrárias ao impeachment da presidente Dilma, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que o "sistema político em nível nacional está desestruturado e deslegitimado. Típica situação constituinte"; "Entre frágeis pontes para o futuro e para o passado, talvez a única saída seja consultar o poder constituinte originário: o povo", disse ele no Twitter; um grupo de senadores que encampa a proposta de emenda à Constituição (PEC) pretende enviar, nesta quinta-feira (28) uma carta à presidenta Dilma pedindo que ela apoie a ideia


Apesar de ser uma das principais lideranças contrárias ao impeachment da presidente Dilma, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que o "sistema político em nível nacional está desestruturado e deslegitimado. Típica situação constituinte"; "Entre frágeis pontes para o futuro e para o passado, talvez a única saída seja consultar o poder constituinte originário: o povo", disse ele no Twitter; um grupo de senadores que encampa a proposta de emenda à Constituição (PEC) pretende enviar, nesta quinta-feira (28) uma carta à presidenta Dilma pedindo que ela apoie a ideia
Apesar de ser uma das principais lideranças contrárias ao impeachment da presidente Dilma, o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), afirmou que o "sistema político em nível nacional está desestruturado e deslegitimado. Típica situação constituinte"; "Entre frágeis pontes para o futuro e para o passado, talvez a única saída seja consultar o poder constituinte originário: o povo", disse ele no Twitter; um grupo de senadores que encampa a proposta de emenda à Constituição (PEC) pretende enviar, nesta quinta-feira (28) uma carta à presidenta Dilma pedindo que ela apoie a ideia (Foto: Leonardo Lucena)
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Maranhão 247 - Apesar de ser uma das principais lideranças contrárias ao impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), sugeriu novas eleições presidenciais. De acordo com ele, "a realidade é que sistema político em nível nacional está desestruturado e deslegitimado. Típica situação constituinte".

"Entre frágeis pontes para o futuro e para o passado, talvez a única saída seja consultar o poder constituinte originário: o povo", disse ele no Twitter. "Infelizmente há muitos sinais de que caminhamos para mais problemas institucionais, econômicos e sociais. Tenhamos fé em dias melhores", acrescentou.

O Palácio do Planalto cogita a possibilidade de encaminhar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) antes da primeira votação do impeachment no plenário do Senado, prevista para acontecer no dia 11 de maio. Inclusive, já existe uma PEC sobre esse tema na Casa, mas auxiliares da presidente Dilma estariam avaliando que o gesto de propor novas eleições deve ser feito por ela como sinal de pacificação.
 
Conforme publicou o 247,um grupo de senadores que encampa a proposta de emenda à Constituição (PEC) pretende enviar, nesta quinta-feira, (28) uma carta à presidenta Dilma Rousseff pedindo que ela apoie a ideia. 

Os senadores apelam para a “grandeza e coragem” das lideranças políticas e argumentam que a legitimidade social e política do governo de Dilma não será resolvida com o impeachment. Nesse sentido, eles alegam que a proposta de novas eleições pode ser “redentora” e ter o condão de “unificar” o país.

Assinam a carta os senadores  João Capiberibe (PSB-AP), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Cristovam Buarque (PPS-DF), Roberto Requião (PMDB-PR), Otto Alencar (PSD-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Telmário Mota (PDT-RO), Jorge Viana (PT-RS) e Paulo Paim (PT-RS).

O senador Walter Pinheiro (Sem Partido-BA) é signatário da PEC, mas optou por não compartilhar da carta que pede o apoio da presidenta por achar que uma eventual iniciativa dela nesse sentido deveria ocorrer de maneira espontânea.

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