Dino: 'decisão de juíza sobre Lula é um equívoco'

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), criticou a decisão da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, de encaminhar à 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) o processo que apura se o ex-presidente Lula é o proprietário oculto de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral paulista; "Decisão da juíza de São Paulo sublinha o amontoado de equívocos dos 3 promotores (do MP-SP). Aquele referente a Marx e Hegel foi o menor deles", afirmou ele no Twitter; promotores do MP-SP, no entanto, avaliam recorrer da decisão da magistrada

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Karlos Geromy/Secap
flavio dino Karlos Geromy/Secap (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 - O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), criticou a decisão da juíza Maria Priscilla Ernandes Veiga Oliveira, da 4ª Vara Criminal de São Paulo, de encaminhar à 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) o processo que apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é o proprietário oculto de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral paulista.

"Decisão da juíza de São Paulo sublinha o amontoado de equívocos dos 3 promotores. Aquele referente a Marx e Hegel foi o menor deles", afirmou o chefe do executivo maranhense no Twitter.

O governador fez referência às citações a filósofos como o alemão Friedrich Nietzsche (veja aqui). O promotor Cássio Conserino e outros dois colegas do Ministério Público de São Paulo viram alvo de diversos memes. A hashtag #MicoPublico virou assunto mundial no Twitter.

Em outra citação, eles confundiram Engels com Hegel e afirmaram que os dois, tanto o parceiro de Marx quanto o filósofo, se envergonhariam da conduta do torneiro mecânico que chegou à presidência da República (leia aqui).

Conserino e outros dois promotores não descartaram a possibilidade de recorrer da decisão da juíza. Segundo eles, a competência do caso é da Justiça paulista.

“Embora respeitem a decisão, [os promotores] entendem que a competência seria mesmo do Juízo Criminal desta capital e não da Vara Federal de Curitiba, pois os fatos têm origem e relação com a Cooperativa Habitacional dos Bancários [Bancoop], sediada em São Paulo, sem ligação alguma com os fatos relativos à Petrobrás”, argumentam, em nota.

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