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Flávio Dino lidera com 56% dos votos no Maranhão

É o que aponta a pesquisa Exata/TV Guará/Fiema; a três finais de semana da eleição, o ex-presidente da Embratur lidera a disputa pelo governo do Maranhão com 56% do eleitorado; em segundo lugar está o postulante Edison Lobão Filho (PMDB), com 28%

É o que aponta a pesquisa Exata/TV Guará/Fiema; a três finais de semana da eleição, o ex-presidente da Embratur lidera a disputa pelo governo do Maranhão com 56% do eleitorado; em segundo lugar está o postulante Edison Lobão Filho (PMDB), com 28% (Foto: Leonardo Lucena)
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Blog do Jorge Vieira - A três finais de semana da eleição, nova pesquisa de intenção de voto apresenta vitória no primeiro turno de Flávio Dino, candidato da Coligação Todos pelo Maranhão. A pesquisa Exata/TV Guará/Fiema divulgada neste domingo (14) aponta Flávio Dino com o dobro das intenções de voto de Edinho Lobão: 56% a 28%.

Os candidatos Saulo Arcâagelli, Zéluis Lago, Antônio Pedrosa e Josivaldo Corrêa tiveram 1% cada um. Brancos e nulos tiveram 6%. E 6% dizem não saber ainda em quem votar.

Considerando apenas os votos válidos, o candidato Flávio Dino tem 63% das intenções de voto contra 31% de Edinho. Os outros candidatos somam 6%.

O questionário da pesquisa Exata/TV Guará/Fiema está registrado sob protocolo MA-0045/2014 e ouviu 1.400 mil pessoas em 45 municípios maranhenses entre os dias 9 e 13 de setembro.

Ampla vantagem - Em todas as pesquisas realizadas até o momento, Flávio Dino aparece na frente, mesmo na pesquisa Ibope, contratada pelo grupo Sarney. Flávio Dino vem se destacando nacionalmente no cenário político por contra da luta contra a oligarquia, e veículos nacionais já destacam a queda da família Sarney.

Se a eleição fosse hoje, Flávio seria eleito no primeiro turno – um cenário que vem sendo confirmado por todas as pesquisas registradas e divulgadas até agora.

Edinho Lobão não tem conseguido mudar seu índice de rejeição (39%), mesmo após a campanha na televisão. Suas propostas não têm sido bem aceitas pela população e o recente escândalo da Petrobras envolvendo seu pai, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, piorou ainda mais o cenário para o candidato.