Greve de servidores da AL-MA já dura 20 dias

Os servidores da Assembleia Legislativa do Maranhão (AL-MA) pedem reajuste salarial e a reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) da categoria; a diretoria de Comunicação da Assembleia LeCasa emitiu nota sobre o caso, e afirmou ser impossível um reajuste acima de 3% em consequência da grave crise econômica no País; a Casa lembra que já foram concedidos reajustes de 18% aos servidores do poder legislativo estadual

Os servidores da Assembleia Legislativa do Maranhão (AL-MA) pedem reajuste salarial e a reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) da categoria; a diretoria de Comunicação da Assembleia LeCasa emitiu nota sobre o caso, e afirmou ser impossível um reajuste acima de 3% em consequência da grave crise econômica no País; a Casa lembra que já foram concedidos reajustes de 18% aos servidores do poder legislativo estadual
Os servidores da Assembleia Legislativa do Maranhão (AL-MA) pedem reajuste salarial e a reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) da categoria; a diretoria de Comunicação da Assembleia LeCasa emitiu nota sobre o caso, e afirmou ser impossível um reajuste acima de 3% em consequência da grave crise econômica no País; a Casa lembra que já foram concedidos reajustes de 18% aos servidores do poder legislativo estadual (Foto: Leonardo Lucena)
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Maranhão 247 - A greve dos servidores efetivos da Assembleia Legislativa do Maranhão já dura 20 dias. Os servidores pedem reajuste salarial e a reforma do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) da categoria.

A diretoria de Comunicação da Casa emitiu nota sobre o caso, e afirmou ser impossível um reajuste acima de 3% em consequência da grave crise econômica no País. A Casa lembra que já foram concedidos reajustes de 18% aos servidores do poder legislativo estadual.

NOTA PÚBLICA

A Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão concedeu 18% de aumento salarial em 2015, entre benefícios e incremento salarial, elevando os rendimentos dos servidores comissionados e efetivos do Poder Legislativo aos maiores níveis do serviço público maranhense.

Diante da forte crise econômica que assola o pais, em 2016 foi proposto um aumento de 3%, prontamente recusado pelo sindicato da categoria. Foi informado também ao sindicato que este índice é o máximo possível que este Poder concederá.

A Assembleia Legislativa respeita o direito de greve, mas informa que suas atividades fundamentais não foram afetadas pelo movimento atual, visto que menos de 5% dos servidores da casa estão participando do movimento.

Carlos Alberto Ferreira

Diretor de Comunicação

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