Humberto: Bolsonaro está mais preocupado em ajeitar a vida da família

"Estamos diante de um governo em que o presidente está mais empenhado em ajeitar a vida da família, em nomear um filho embaixador, em interferir nas instituições para limpar a barra do outro, do que em agir para resolver a precária situação nacional", afirmou o senador Humberto Costa (PT-PE) em referência a Jair Bolsonaro

(Foto: Jefferson Rudy - Agência Senado)

247 - O senador Humberto Costa (PT-PE) bateu duro em Jair Bolsonaro, que vê a sua popularidade cair a cada pesquisa. 

"Estamos diante de um governo em que o presidente está mais empenhado em ajeitar a vida da família, em nomear um filho embaixador, em interferir nas instituições para limpar a barra do outro, do que em agir para resolver a precária situação nacional", escreveu o parlamentar no Twitter.

"Os brasileiros têm manifestado, com firme posição, a sua acachapante reprovação ao governo de @JairBolsonaro . As últimas pesquisas de opinião demonstram, de forma cabal, que o povo cansou de esperar que o presidente trabalhasse para construir um projeto sério para o país", disse. 

O parlamentar destacou que "um em cada 4 eleitores que votaram em Jair Bolsonaro não repetiria o voto, o que garantiria, hoje, a eleição de Fernando Haddad à Presidência. É a plena desilusão daqueles que se descobriram terrivelmente enganados pela máquina criminosa das fake news de Bolsonaro nas eleições".

"A verborragia de Bolsonaro, muitas vezes escatológica, é reprovada por 90% da população, assim como também são amplamente rejeitados o seu preconceito aos nordestinos e o nepotismo por meio do qual procura favorecer os filhos", continuou.

"Os nordestinos consideram Bolsonaro absolutamente inepto para conduzir os destinos do país. E não é para menos. Esse é o governo dos cortes que não resultam em nenhuma economia e em nada de positivo. Ao contrário, só redundam em mais cortes, mais miséria e mais pobreza ao povo".

Segundo o congressista, "não estranha que seja entre os mais pobres, entre aqueles que ganham até 2 salários mínimos, fatia que representa quase metade da população, que a reprovação ao governo tenha estourado". "Já são 43% os que o rejeitam nessa faixa, um aumento de 9 pontos percentuais em apenas 4 meses", complementou.

"Tudo está sendo devastado, ao passo em que 50 milhões de brasileiros estão desempregados, subocupados ou na informalidade, em que a renda do trabalhador cai e a miséria avança. E o governo só fala em mais cortes e retrocessos, como é o caso dessa miserável Reforma da Previdência".


 

Conheça a TV 247

Ao vivo na TV 247 Youtube 247