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Jurista Marcelo Uchôa lança obra sobre pandemia em evento em Fortaleza no dia 5 de agosto

O novo livro do jurista, "A pandemia à luz da negação do Direito: o morticínio no Brasil", será lançado na Associação Cearense de Impresa (ACI), em evento que começará às 9h

Lançamento da obra "A pandemia à luz da negação do Direito: o morticínio no Brasil" em Fortaleza (Foto: Divulgação)
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247 - No dia 5 de agosto, na Associação Cearense de Impresa (ACI), em Fortaleza, haverá o lançamento do livro "A pandemia à luz da negação do Direito: o morticínio no Brasil", do jurista Marcelo Uchôa, publicado pela editora Kotter. O evento ocorrerá às 9h.

Membro da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) e do Grupo Prerrogativas, Uchôa afirmou que "o objetivo central ao empreender um trabalho acadêmico em meio às aflições decorrentes dos graves acontecimentos da pandemia de Coronavírus no Brasil foi o de denunciar ao mundo os horrendos delitos perpetrados no país, desde o princípio do drama em terras nacionais".

"Contudo, como a análise estava inserida em uma reflexão de direitos humanos – mais precisamente direitos econômicos, sociais e culturais – seria natural que não se restringisse à denúncia dos fatos, mas que dialogasse com o Direito, destacadamente com questões jurídicas emergidas durante a angustiante via-crúcis atravessada pelo povo brasileiro em sua luta para sobreviver", acrescentou.

A obra é o resultado dos estudos de pós-doutorado do jurista em um programa de cooperação com a Fundação Geral da Universidade de Salamanca. "O trabalho, somado a um sem número de lives, entrevistas, artigos em jornais eletrônicos e impressos, capítulos de livros, seminários acadêmicos nacionais e internacionais, aulas e palestras, foi a forma como pude, da segurança do meu isolamento no lar, engrossar a fileira daqueles e daquelas que, como minha mulher, profissional da saúde básica do SUS, precisaram enfrentar a linha de frente todos os dias, testemunhando de perto o sofrimento da população mais carente, enquanto enfrentava a consternação pela partida precoce dos próprios colegas, sem ter sequer a oportunidade de absorver o luto", destacou Uchôa.