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Nordeste

Lira diz que "versão" sobre afundamento de Maceió "deve ser jogada na lata do lixo"

Presidente da Câmara disse, ainda, que "quem é responsável pelo que está acontecendo lá isoladamente vai ter que pagar"

Presidente da Câmara, Arthur Lira (Foto: REUTERS/Adriano Machado)
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247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), qualificou como “uma versão que deve ser jogada na lata do lixo" as afirmações de que Maceió estaria afundando em decorrência do colapso do solo em regiões próximas à mina da Braskem. "Queria agradecer e enaltecer a ida do ministro Celso [Sabino] e do Freixo [Marcelo] a Maceió comigo para que a gente, de uma vez por todas, jogue na lata do lixo a versão de que a minha cidade, do meu estado, está afundando, disse Lira, de acordo com o UOL.

Sem citar a Braskem, Lira disse que os responsáveis pela crise na capital alagoana serão responsabilizados. "Isso não é justo, não é correto com Maceió, e quem é responsável pelo que está acontecendo lá isoladamente vai ter que pagar, mas necessariamente não vai ser minha cidade, meu estado, nem o povo daquele lugar”, afirmou.

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A CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Braskem foi instalada pelo Senado nesta semana, tendo o senador Omar Aziz (PSD-AM) eleito como presidente e o senador Jorge Kajuru (PSB-GO) como vice-presidente. A escolha do relator foi adiada para fevereiro, com o senador Renan Calheiros (MDB-AL) sendo o mais cotado para a função. Calheiros, responsável por apresentar o requerimento da CPI, atribui à Braskem a responsabilidade pela tragédia socioambiental em Maceió.

O senador, que é pai do ex-governador de Alagoas e atual ministro dos Transportes, Renan Filho, e padrinho político do atual governador do estado, Paulo Dantas (MDB), tem sido um crítico contundente da Braskem.

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