Médicos plantonistas refutam acusação de que seriam “fantasmas”

Em nota divulgada à imprensa, médicos plantonistas que compõem o Corpo Clínico das Unidades Regionais de Saúde de Alto Alegre e Peritoró se manifestaram contra a denúncia de que supostamente seriam funcionários “fantasmas”, segundo relatório da “Operação Pegadores” que investiga desvio de recursos da Saúde pública do Maranhão; com o corpo clínico vinculado à empresa ISMC, instituto que segundo a Polícia Federal “não possui nenhum funcionário registrado”, no comunicado a classe médica que atua nas regionais disse estar “constrangida com os fatos”

Em nota divulgada à imprensa, médicos plantonistas que compõem o Corpo Clínico das Unidades Regionais de Saúde de Alto Alegre e Peritoró se manifestaram contra a denúncia de que supostamente seriam funcionários “fantasmas”, segundo relatório da “Operação Pegadores” que investiga desvio de recursos da Saúde pública do Maranhão; com o corpo clínico vinculado à empresa ISMC, instituto que segundo a Polícia Federal “não possui nenhum funcionário registrado”, no comunicado a classe médica que atua nas regionais disse estar “constrangida com os fatos”
Em nota divulgada à imprensa, médicos plantonistas que compõem o Corpo Clínico das Unidades Regionais de Saúde de Alto Alegre e Peritoró se manifestaram contra a denúncia de que supostamente seriam funcionários “fantasmas”, segundo relatório da “Operação Pegadores” que investiga desvio de recursos da Saúde pública do Maranhão; com o corpo clínico vinculado à empresa ISMC, instituto que segundo a Polícia Federal “não possui nenhum funcionário registrado”, no comunicado a classe médica que atua nas regionais disse estar “constrangida com os fatos” (Foto: Leonardo Lucena)
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Blog do Jorge Vieira - Em nota divulgada à imprensa, médicos plantonistas que compõem o Corpo Clínico das Unidades Regionais de Saúde de Alto Alegre e Peritoró se manifestaram contra a denúncia de que supostamente seriam funcionários “fantasmas”, segundo relatório da “Operação Pegadores” que investiga desvio de recursos da Saúde pública do Maranhão.

Com o corpo clínico vinculado à empresa ISMC, instituto que segundo a Polícia Federal “não possui nenhum funcionário registrado”, no comunicado a classe médica que atua nas regionais disse estar “constrangida com os fatos”.

A nota informa que “os médicos citados estão devidamente cadastrado no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde) e que os profissionais vêm desenvolvendo rigorosamente suas atividades”. O comunicado lembra que as denúncias carecem de efetiva comprovação das irregularidades apontadas, e que as acusações arbitrárias generalizam e contribuem para a desmoralização da classe.

LEIA A NOTA

Dos médicos: Plantonistas das Unidades Hospitalares do Estado do Maranhão nos municípios de Alto Alegre e Peritoró;

Para: População Maranhense e Mídia em geral;

A classe médica, em especial aos profissionais lotados nas unidades regionais de Peritoró e Alto Alegre, que tem seu corpo clínico vinculado à empresa ISMC, constrangida com os fatos, ora amistosamente, denunciados, sem critério de reserva e efetiva comprovação das irregularidades apontadas, por beneficiamento ilícito de recebimento de salários indevidos, fato que generaliza e contribui para a desmoralização da classe;

Considerando que os profissionais lotados nas Unidades supracitadas, conforme relação em anexo, vem desenvolvendo rigorosamente suas atividade profissionais, cumprindo, com o dever de salvar vidas e amenizar sofrimentos, conforme preceitua os objetivos da profissão;

Considerando que, a sociedade precisa de uma resposta convincente, acerca dos fato negativamente propagados na imprensa e blogs da capital e interior do Estado, vimos através deste expediente, informar ao conhecimento de toda a população maranhense, que os médicos citados estão devidamente cadastrado no CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), tendo ainda ao seu favor, livros de ponto devidamente assinados, escala de plantões expostas nas unidades, prontuários médicos que provam o pleno ato de exercício da profissão, e aos colegas que se afastaram das unidades por qualquer motivos, as direções das unidades irão informar o período que cada profissional esteve presente na escala de cada unidade, do período alegado na denúncia;

Outrossim, gostaríamos de ver divulgada está nossa iniciativa, nos órgãos de comunicação de massa do nosso Estado do Maranhão, bem como em circular do Conselho Regional de Medicina à todos órgãos a ele vinculado.

Atenciosamente;
Corpo Clínico dos Hospitais Regionais de Peritoró e Alto Alegre

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