Moro e Deltan formaram sindicato do crime, diz Renan

"Tramoias mostradas por @Veja e @TheInterceptBr revelam pantanoso sistema particular e eleitoral combinado entre Sérgio Moro e Deltan Dallagnol. Repugnante porque parece sindicato do crime. Eles seguem obstruindo a verdadeira investigação. Até quando?", escreveu o senador Renan Calheiros (MDB-AL) no Twitter

Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião com 18 itens. Entre eles, a PEC 91/2019, que altera o procedimento de apreciação das medidas provisórias pelo Congresso Nacional.\r\rEm pronunciamento, à bancada, senador Renan Calheiros (MDB-AL).\r\rFoto: Pedro França/Agência Senado
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) realiza reunião com 18 itens. Entre eles, a PEC 91/2019, que altera o procedimento de apreciação das medidas provisórias pelo Congresso Nacional.\r\rEm pronunciamento, à bancada, senador Renan Calheiros (MDB-AL).\r\rFoto: Pedro França/Agência Senado (Foto: Pedro França - Ag. Senado)

247 - O senador Renan Calheiros (MDB-AL) bateu pesado no ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, e no procurador da Operação Lava Jato Deltan Dallagnol, após as novas revelações do site Intercept Brasil, esta vez em parceria com a Veja.

"Tramoias mostradas por @Veja e @TheInterceptBr revelam pantanoso sistema particular e eleitoral combinado entre @SF_Moro e @deltanmd. Repugnante porque parece sindicato do crime. Eles seguem obstruindo a verdadeira investigação. Até quando?", escreveu o parlamentar no Twitter.

Em um dos diálogos, Moro e Dallagnol fazem uma referência ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. 

"Em 13 de julho de 2015, Dallagnol sai exultante de um encontro com o ministro Edson Fachin e comenta com os colegas de MPF: 'Caros, conversei 45 min com o Fachin. Aha uhu o Fachin é nosso'", afirmou o procurador.

Outra matéria apontou que Moro mentiu ao ministro Teori Zavascki, ao negar a existência de parlamentares num dos processos que ele julgava. Moro sabia da presença de congressistas, o que implicava envio do caso a Brasília, o que ele não fez (leia aqui).

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