Na Câmara, João Marcelo, Weverton e Marreca votam contra o impeachment

Como já era esperado tanto pelo governo quanto pela oposição, a maioria dos deputados membros da comissão especial do impeachment na Câmara votou a favor do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), que defende a abertura do processo de afastamento da presidente Dilm; deputados federais maranhenses que fazem parte da comissão, João Marcelo (PMDB), Júnior Marreca  (PEN) e Weverton Rocha (PDT) votaram contra a abertura do processo de impeachment; votaram a favor João Castelo (PSDB), Juscelino Filho (DEM), Waldir Maranhão (PP), Eliziane Gama (PPS) e Sarney Filho (PV)

Como já era esperado tanto pelo governo quanto pela oposição, a maioria dos deputados membros da comissão especial do impeachment na Câmara votou a favor do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), que defende a abertura do processo de afastamento da presidente Dilm; deputados federais maranhenses que fazem parte da comissão, João Marcelo (PMDB), Júnior Marreca  (PEN) e Weverton Rocha (PDT) votaram contra a abertura do processo de impeachment; votaram a favor João Castelo (PSDB), Juscelino Filho (DEM), Waldir Maranhão (PP), Eliziane Gama (PPS) e Sarney Filho (PV)
Como já era esperado tanto pelo governo quanto pela oposição, a maioria dos deputados membros da comissão especial do impeachment na Câmara votou a favor do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), que defende a abertura do processo de afastamento da presidente Dilm; deputados federais maranhenses que fazem parte da comissão, João Marcelo (PMDB), Júnior Marreca  (PEN) e Weverton Rocha (PDT) votaram contra a abertura do processo de impeachment; votaram a favor João Castelo (PSDB), Juscelino Filho (DEM), Waldir Maranhão (PP), Eliziane Gama (PPS) e Sarney Filho (PV) (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do John Cutrim - Como já era esperado tanto pelo governo quanto pela oposição, a maioria dos deputados membros da comissão especial do impeachment na Câmara votou nesta segunda-feira (11) a favor do parecer do relator Jovair Arantes (PTB-GO), que defende a abertura do processo de afastamento da presidente Dilma Rousseff.

Em uma sessão que durou quase 10 horas, 38 deputados aprovaram o relatório e 27 se manifestaram contrários. Os deputados federais maranhenses que fazem parte da comissão, João Marcelo (PMDB), Júnior Marreca  (PEN) e Weverton Rocha (PDT) votaram CONTRA a abertura do processo de impeachment contra Dilma.

O parecer segue agora para votação no plenário da Casa, prevista para começar na próxima sexta-feira (15) e durar entre dois e três dias.

Até a noite desta segunda-feira, 299 deputados federais manifestaram-se a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, enquanto outros 123 parlamentares informaram que são contrários ao processo de destituição da petista. Entre os deputados maranhenses, o panorama até agora é esse:

A FAVOR DO IMPEACHMENT: João Castelo, Juscelino Filho, Waldir Maranhão, Eliziane Gama, Sarney Filho

CONTRA O IMPEACHMENT: Rubens Jr, Zé Carlos, Weverton Rocha, João Marcelo, Aluísio Mendes, Pedro Fernandes, Junior Marreca

INDECISOS: André Fufuca, José Reinaldo, Cleber Verde

NÃO RESPONDERAM: Alberto Filho, Hildo Rocha, Victor Mendes

Após a aprovação do relatório na comissão especial do impeachment, entenda quais são os próximos passos do processo de impedimento da presidente.

– Votação no plenário

O parecer será lido na sessão seguinte do plenário da Câmara, nesta terça-feira (12). Um dia depois, o documento será publicado no Diário Oficial da Câmara e, após 48 horas, o pedido de abertura do processo de impeachment pode ser votado pelos deputados em plenário.

O pleno da Câmara fará votação nominal dos 513 deputados (o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), já indicou que também deve votar) sobre o pedido de impedimento. A votação deve se estender por três dias, com início na sexta-feira (15). Se tiver 342 deputados a favor, o pedido segue para análise do Senado. Caso contrário, o pedido é arquivado.

– Autorização do Senado

Comissão é formada no Senado, que terá dez dias de prazo para emitir um parecer.

– Votação no Senado

Se, por maioria simples (41 dos 81 senadores), o Senado referendar o pedido, a presidente é afastada de suas funções por 180 dias. O vice, Michel Temer (PMDB), assume interinamente.

– Julgamento

Ainda no Senado, são apresentadas acusação e defesa, sob o comando do presidente do STF, Ricardo Lewandowski. Para afastar Dilma definitivamente da presidência, são necessários 54 votos de um total de 81 senadores.

– Condenação

Se condenada, Dilma perde o mandato e fica inelegível por oito anos. Temer assume definitivamente para terminar o mandato para o qual a chapa foi eleita.

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