No MA, pré-campanha para o Senado está em pleno vapor

Articulador político da pré-campanha do deputado federal Weverton Rocha (PDT), o ex-deputado Rubens Pereira, pai do deputado federal Rubens Júnior (PCdoB), tem percorrido o interior do Estado organizando reuniões que tem proporcionado maior visibilidade ao assessorado; Quem também percorre o Maranhão em busca de apoio político são os deputados José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP); os prováveis representantes da família Sarney – João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Sarney Filho (PV) - travam quebra de braço

Articulador político da pré-campanha do deputado federal Weverton Rocha (PDT), o ex-deputado Rubens Pereira, pai do deputado federal Rubens Júnior (PCdoB), tem percorrido o interior do Estado organizando reuniões que tem proporcionado maior visibilidade ao assessorado; Quem também percorre o Maranhão em busca de apoio político são os deputados José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP); os prováveis representantes da família Sarney – João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Sarney Filho (PV) - travam quebra de braço
Articulador político da pré-campanha do deputado federal Weverton Rocha (PDT), o ex-deputado Rubens Pereira, pai do deputado federal Rubens Júnior (PCdoB), tem percorrido o interior do Estado organizando reuniões que tem proporcionado maior visibilidade ao assessorado; Quem também percorre o Maranhão em busca de apoio político são os deputados José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP); os prováveis representantes da família Sarney – João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Sarney Filho (PV) - travam quebra de braço (Foto: Leonardo Lucena)

Blog do Jorge Vieira - A pré-campanha de senador para o pleito de 2018 já está em pleno vapor, inclusive com liderança políticas ligadas as famílias tradicionais com forte atuação no interior do Maranhão já envolvidas em ampliar base de sustentação dos seus candidatos.

Articulador políticos da pré-campanha do deputado federal Weverton Rocha (PDT), o ex-deputado Rubens Pereira, pai do deputado federal Rubens Júnior (PCdoB), tem percorrido o interior do Estado organizando reuniões que normalmente acontecem durante os finais de semana, o que tem proporcionado maior visibilidade ao assessorado.

No último domingo, por exemplo, o deputado Juscelino Resende (DEM), um antigo aliado do grupo Sarney, além de reunir lideranças políticas em um movimentado almoço em Balsas, aproveitou a oportunidade para declarar apoio à candidatura de Weverton, um jovem políticos líder da bancada pedetista na Câmara Federal.

Quem também percorre o Maranhão em busca de apoio político são os deputados José Reinaldo Tavares (PSB) e Waldir Maranhão (PP). O representante do Partido Progressista, aquele das trapalhadas quando assumiu interinamente a presidência da Câmara, sendo motivo de chacota durante no tempo em que Eduardo Cunha esteve afastado da presidência antes de ser cassado, tem se desdobrado em compromissos nos municípios.

Enquanto os três pré-candidatos da oposição à oligarquia Sarney botam o pé na estrada em busca de alianças com lideranças municipais, os prováveis representantes da oligarquia Sarney – João Alberto (PMDB), Edison Lobão (PMDB) e Sarney Filho (PV) – travam uma verdadeira queda de braço, pois têm consciência de que o Palácio dos Leões ficará com uma vaga ou até as duas dependendo da conjuntura.

Na sexta-feira (2), por exemplo, Sarney Filho lançou sua pré-candidatura durante um ato público numa casa de eventos, mas poucos políticos se fizeram presentes. O senador Edison Lobão e seu filho Lobão Filho, suplente de senador, não compareceram e nem mandaram represente, enquanto João Alberto passou poucos minutos no local e se mandou.

Como só existem duas cadeiras em disputa e os dois senadores já avisaram que não abrem mão do direito de disputar a reeleição, só o tempo dirá se o grupo que passou quarenta anos mandando e desmandando no Maranhão vai participar do pleito com três candidatos correndo o risco de não eleger nenhum.

E não será nenhuma surpresa de o ministro Sarney Filho for preterido mais uma vez. Em 1990, Zequinha, como o ministro é chamado pelos amigos, era o candidato do grupo ao Governo, mas diante da fragilidade da candidatura, foi substituído justamente por Lobão.

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