Operação policial suspeita matou Adriano Nóbrega, diz especialista em milícias

“Estamos falando de um quadro simplificado: um cerco a uma casa no campo. Investiram recursos públicos para desembocar naquilo que é o oposto do desejável. É inacreditável", afirma o sociólogo e professor da UFFRJ José Cláudio Souza Alves

(Foto: Reprodução | Divulgação/Polícia Civil da Bahia)

247 - O sociólogo e estudioso de milícias, José Cláudio Souza Alves, criticou a ação que matou o ex-capitão da PM Adriano Magalhães da Nóbrega, durante operação conjunta das polícias da Bahia e do Rio de Janeiro nesse domingo (9) em Esplanada, interior da Bahia. 

Para Alves, os sinais apontam para queima de arquivo. "Uma operação de cerco lida mais com paciência, espera, controle e dissuasão do que com um confronto direto”, afirmou o sociólogo à Folha de S. Paulo.   

“Estamos falando de um quadro simplificado: um cerco a uma casa no campo. Investiram recursos públicos para desembocar naquilo que é o oposto do desejável. É inacreditável.” 

José Cláudio Souza Alves é professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e autor do livro “Dos Barões ao Extermínio - Uma História da Violência na Baixada Fluminense”. 

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