Operadores entregam planilhas com repasses a ‘representante’ de Lobão

Em delação premiada, os operadores de propinas Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, afirmaram que foram feitos pagamentos a um representante do senador Edison Lobão (PMDB-MA) no âmbito de contrato entre a Petrobrás e a empresa americana Sargeant Marine; os delatores entregaram uma planilha em que a soma dos valores que envolveram o ministro e seu representante na estatal chega aos US$ 450 mil. Segundo eles, os repasses eram feitos a Murilo Barbosa Sobrinho, ligado ao peemedebista; os depoimentos foram prestados à Polícia Federal no âmbito da Operação Abate, 44.ª fase da Lava Jato

Em delação premiada, os operadores de propinas Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, afirmaram que foram feitos pagamentos a um representante do senador Edison Lobão (PMDB-MA) no âmbito de contrato entre a Petrobrás e a empresa americana Sargeant Marine; os delatores entregaram uma planilha em que a soma dos valores que envolveram o ministro e seu representante na estatal chega aos US$ 450 mil. Segundo eles, os repasses eram feitos a Murilo Barbosa Sobrinho, ligado ao peemedebista; os depoimentos foram prestados à Polícia Federal no âmbito da Operação Abate, 44.ª fase da Lava Jato
Em delação premiada, os operadores de propinas Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, afirmaram que foram feitos pagamentos a um representante do senador Edison Lobão (PMDB-MA) no âmbito de contrato entre a Petrobrás e a empresa americana Sargeant Marine; os delatores entregaram uma planilha em que a soma dos valores que envolveram o ministro e seu representante na estatal chega aos US$ 450 mil. Segundo eles, os repasses eram feitos a Murilo Barbosa Sobrinho, ligado ao peemedebista; os depoimentos foram prestados à Polícia Federal no âmbito da Operação Abate, 44.ª fase da Lava Jato (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 - Em delação premiada, os operadores de propinas Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, afirmaram que foram feitos pagamentos a um representante do senador Edison Lobão (PMDB-MA) no âmbito de contrato entre a Petrobrás e a empresa americana Sargeant Marine. Os depoimentos foram prestados à Polícia Federal no âmbito da Operação Abate, a 44.ª fase da Lava Jato.

Os delatores entregaram uma planilha em que a soma dos valores que envolveram o ministro e seu representante na estatal chega aos US$ 450 mil. Segundo eles, os repasses eram feitos a Murilo Barbosa Sobrinho, ligado ao peemedebista. 

O negócio da Sargeant Marine com a Petrobrás teve como consequência a celebração de 12 contrato no valor de aproximadamente US$ 180 milhões, entre 2010 e 2013. A empresa fornecia asfalto para a estatal e foi citada na delação do ex-diretor de Abastecimento da companhia Paulo Roberto Costa.

Segundo relato do blog do Fausto Macedo, o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, que defende Lobão, “o senador não conhece nem pai nem filho, nunca ouviu falar nesta empresa que eles citam e não tem nenhum tipo de relação e nunca esteve pessoalmente com eles – salvo se participaram de alguma audiência pública. E, sobre a outra pessoa [Murilo], ele conhece, tem um relacionamento pessoal, mas nunca participou de campanha de arrecadação para ele.”

 

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