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PF prende nove pessoas por corrupção no estado

A Polícia Federal (PF) prendeu nove pessoas em São Luís, por meio da Operação "Lilliput", que apura supostos crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema, além de crimes contra a ordem tributária; foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo nove mandados de prisão temporária, 11 mandados de condução coercitiva e 27 mandados de busca e apreensão

A Polícia Federal (PF) prendeu nove pessoas em São Luís, por meio da Operação "Lilliput", que apura supostos crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema, além de crimes contra a ordem tributária; foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo nove mandados de prisão temporária, 11 mandados de condução coercitiva e 27 mandados de busca e apreensão (Foto: Leonardo Lucena)
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Paraná 247 - A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta terça-feira (12), nove pessoas em São Luís, por meio da Operação "Lilliput", que apura supostos crimes de corrupção ativa e passiva, falsidade ideológica, inserção de dados falsos em sistema, além de crimes contra a ordem tributária. Foram cumpridos 42 mandados judiciais, sendo nove mandados de prisão temporária, 11 mandados de condução coercitiva e 27 mandados de busca e apreensão. A operação foi realizada em parceria com o Ministério Público Federal (MPF) e a Receita Federal.

Entre os presos está Antônio Barbosa de Alencar, dono do grupo Dimensão, que opera na área de construção civil. A Justiça Federal também determinou o bloqueio no valor de até R$ 3 milhões nas contas dele e de até R$ 50 mil em nome da servidora pública Maria das Graças Coelho Almeida.

Segundo as investigações, eram realizadas atividades ilícitas, entre elas, a fraude de alvarás para facilitar o início de novas obras por parte das empresas construtoras.

A PF utilizou imagens de câmeras de segurança de agências bancárias que mostravam os agentes públicos envolvidos na rede de corrupção realizando saques que ultrapassavam o valor de R$ 100 mil, que, segundo os agentes, seria utilizado para pagamento de propina.

Também está sendo investigada a possibilidade de o grupo estar trabalhando em parceria com outra organização criminosa.