Polícia faz operação para prender miliciano ligado ao clã Bolsonaro acusado de matar Marielle

A ação ocorreu numa casa localizada em condomínio fechado na Costa do Sauípe, uma das praias mais famosas do Brasil, mas Nóbrega não foi encontrado. No local, estavam apenas a sua mulhe e duas filhas

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247 - A Polícia Civil da Bahia fez uma operação nesta sexta-feira 31 para prender o ex-capitão da PM Adriano da Nóbrega, acusado de comandar a milícia Escritório do Crime, no Rio de Janeiro, e ligado à família de Jair Bolsonaro.

Foragido há mais de um ano, o ex-PM e outros membros da quadrilha são suspeitos de participação no atentado contra a vereadora Marielle Franco e seu motorista, Anderson Gomes.

Ele também é citado na investigação sobre a suposta “rachadinha” no gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro, da época em que era deputado estadual na Alerj. Adriano teve duas parentes nomeadas pelo filho de Jair Bolsonaro.

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Segundo reportagem da Veja, a ação ocorreu numa casa localizada em condomínio fechado na Costa do Sauípe. “Nóbrega não foi encontrado. No local, estavam apenas a sua mulher, Júlia Mello, e as duas filhas de 17 e 7 anos”, diz a revista.

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