'Redução da maioridade consagra o direito ao horror', diz Flávio Dino

Governador do Maranhão, Flávio Dino criticou a proposta de redução da maioridade penal, em discussão no Congresso Nacional; "Esse tema da maior gravidade é da maior importância para a nação porque embute em primeiro lugar o preconceito contra a juventude, em segundo lugar uma visão equivocada sobre segurança pública e em terceiro lugar consagra o chamado direito penal do terror", disse

Governador do Maranhão, Flávio Dino criticou a proposta de redução da maioridade penal, em discussão no Congresso Nacional; "Esse tema da maior gravidade é da maior importância para a nação porque embute em primeiro lugar o preconceito contra a juventude, em segundo lugar uma visão equivocada sobre segurança pública e em terceiro lugar consagra o chamado direito penal do terror", disse
Governador do Maranhão, Flávio Dino criticou a proposta de redução da maioridade penal, em discussão no Congresso Nacional; "Esse tema da maior gravidade é da maior importância para a nação porque embute em primeiro lugar o preconceito contra a juventude, em segundo lugar uma visão equivocada sobre segurança pública e em terceiro lugar consagra o chamado direito penal do terror", disse (Foto: Leonardo Lucena)

Maranhão 247 – O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), criticou a proposta de redução da maioridade penal, em discussão no Congresso Nacional.

"Esse tema da maior gravidade é da maior importância para a nação porque embute em primeiro lugar o preconceito contra a juventude, em segundo lugar uma visão equivocada sobre segurança pública e em terceiro lugar consagra o chamado direito penal do terror", disse.

Segundo o chefe do Executivo, "o que se argumenta em defesa da proposta da redução é que, cada vez mais cedo, jovens são recrutados por quadrilhas ou bandos". "Isso é verdade, infelizmente", lamentou.

Mas o governador ressaltou que "a consequência imediata se aprovado esse imenso equívoco será que as mesmas organizações criminosas passarão a recrutar jovens de 15, 14, 13 anos". "Elas vão se adaptar às mudanças".

Flávio Dino e mais cinco governadores do Nordeste assinaram uma carta pública contra a redução da maioridade penal - Paulo Câmara (Pernambuco), Camilo Santana (Ceará), Ricardo Coutinho (Paraíba), Wellington Dias (Piauí), Renan Filho (Alagoas) e Rui Costa (Bahia).

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