Sarney Filho vai deixar ministério para salvar Temer

Pela segunda vez, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), será exonerado com a finalidade de ajudar o presidente Michel Temer (PMDB) a obter votos contra a denúncia da Procuradoria-Geral da República, prevista para ir à votação na Câmara Federal na próxima terça-feira (24); o presidente é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça

Pela segunda vez, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), será exonerado com a finalidade de ajudar o presidente Michel Temer (PMDB) a obter votos contra a denúncia da Procuradoria-Geral da República, prevista para ir à votação na Câmara Federal na próxima terça-feira (24); o presidente é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça
Pela segunda vez, o ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), será exonerado com a finalidade de ajudar o presidente Michel Temer (PMDB) a obter votos contra a denúncia da Procuradoria-Geral da República, prevista para ir à votação na Câmara Federal na próxima terça-feira (24); o presidente é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça (Foto: Voney Malta)

Por Marrapa.com - O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho (PV), mais uma vez deve ser exonerado pelo Governo Federal com a finalidade de ajudar o presidente Michel Temer (PMDB) a obter votos contra a denúncia da Procuradoria-Geral da República, prevista para ir à votação na Câmara Federal na próxima terça-feira (24).

Essa será a segunda vez que o filho mais velho de Sarney deixa seu posto, para salvar o mandato do presidente. Em agosto, Zequinha também foi exonerado por um dia, votou contra o prosseguimento da primeira denúncia contra Temer e depois reassumiu a pasta. Quem perde a vaga temporariamente é o primeiro suplente Davizinho, do PR.

O peemedebista é acusado de organização criminosa e obstrução de Justiça apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Ontem (18), por 39 votos a 26, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou relatório pela rejeição da denúncia. Os deputados maranhenses Cleber Verde (PRB), Hildo Rocha (PMDB) e Juscelino Filho (DEM) o acompanharam o posicionamento da maioria.

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