Advocacia de Adriana gera pedido de impeachment

Com crescimento vertiginoso no número de causas defendidas e graças a clientes como o MetrôRio e a concessionária Super Via, escritório de advocacia da primeira-dama Adriana Ancelmo provoca novo pedido de impeachment sobre o governador Sergio Cabral; é o segundo de autoria do deputado Marcelo Freixo (PSOL) protocolado este mês; maioria governista na Assembleia barra abertura de processo; nos Estados Unidos, advogada Michele Obama se afastou de sua banca quando o marido Barack se tornou presidente

Com crescimento vertiginoso no número de causas defendidas e graças a clientes como o MetrôRio e a concessionária Super Via, escritório de advocacia da primeira-dama Adriana Ancelmo provoca novo pedido de impeachment sobre o governador Sergio Cabral; é o segundo de autoria do deputado Marcelo Freixo (PSOL) protocolado este mês; maioria governista na Assembleia barra abertura de processo; nos Estados Unidos, advogada Michele Obama se afastou de sua banca quando o marido Barack se tornou presidente
Com crescimento vertiginoso no número de causas defendidas e graças a clientes como o MetrôRio e a concessionária Super Via, escritório de advocacia da primeira-dama Adriana Ancelmo provoca novo pedido de impeachment sobre o governador Sergio Cabral; é o segundo de autoria do deputado Marcelo Freixo (PSOL) protocolado este mês; maioria governista na Assembleia barra abertura de processo; nos Estados Unidos, advogada Michele Obama se afastou de sua banca quando o marido Barack se tornou presidente (Foto: Marco Damiani)
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247 - Pela segunda vez no mesmo mês, o deputado Marcelo Freixo (PSOL) protocolou na Assembleia Legislativa um pedido de impeachment do governador Sergio Cabral. Ele havia tomado a mesma iniciativa no dia 8 de julho. Agora, o motivo é o crescimento patrimonial da mulher de Cabral, a advogada e primeira-dama Adriana Ancelmo. A folgada maioria do governo no plenário deve, no entanto, barrar a abertura de processo contra Cabral.

Freixo sustentou seu pedido em dados de reportagem da revista Veja. O escritório Coelho&Ancelmo Advogados saltou de três profissionais e 500 ações, em 2006, para 20 advogados e 10 mil ações em 2012. Nesse período, o governador do Rio era, como é, Sergio Cabral.

A partir da posse de Cabral, o escritório da primeira-dama passou a contar em sua cartela de clientes com a Supervia e o MetrôRio, concessionárias de serviços públicos.  Adriana teria rendimentos mensais de R$ 184 mil por sua participação no escritório.

"Isso é um escândalo”, diz Freixo. "É um crescimento desproporcional que nenhum outro escritório de advocacia teve."O metrô contratou o escritório dela pra questões trabalhistas sendo que o escritório não tem essa especialidade. É uma relação entre público e privado que tem que ser investigada”.

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Um dos argumentos de crítica à postura ética da primeira-dama como advogada é uma comparação: Michele Obama, desde que se marido Barack virou presidente dos Estados Unidos, parou de advogar.

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