Apoio a Dilma une PMDB e PT na disputa de 2016
"Para mim, o rompimento com o PMDB é etapa vencida. A aproximação do Picciani [Jorge Picciani, presidente regional do PMDB] com o governo do PT é fundamental para impedir o impeachment e a governabilidade. A aliança está selada", disse o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá; apesar das críticas, secretário Pedro Paulo é o nome de preferência da chapa do PMDB
247 – O PT e o PMDB do Rio voltaram a se unir após rompimento temporário em função da candidatura do senador petista Lindbergh Farias em 2014. Os pemedebistas cariocas chegaram até a apoiar o tucano Aécio Neves na disputa pela Presidência. Hoje, a resistência ao golpe contra Dilma Rousseff mudou o cenário.
"Para mim, o rompimento com o PMDB é etapa vencida. A aproximação do Picciani [Jorge Picciani, presidente regional do PMDB] com o governo do PT é fundamental para impedir o impeachment e a governabilidade. A aliança está selada", disse o presidente do PT fluminense, Washington Quaquá, em entrevista ao Valor.
Apesar das críticas, o secretário Pedro Paulo é o nome de preferência da chapa do PMDB. Ele foi acusado de agressão pela ex-mulher (leia aqui).