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Sudeste

"Bacanal eleitoral", diz Eduardo Paes sobre Aezão

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), disse, em nota, neste domingo (22), que a a possível aliança entre PMDB e PSDB no Estado representa "um bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele"; sem mencionar o acordo que está praticamente selado, Paes disse que continua a defender a aliança da presidente Dilma Rousseff e o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o alinhamento entre os governos federal, estadual e municipal

Prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), disse, em nota, neste domingo (22), que a a possível aliança entre PMDB e PSDB no Estado representa "um bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele"; sem mencionar o acordo que está praticamente selado, Paes disse que continua a defender a aliança da presidente Dilma Rousseff e o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o alinhamento entre os governos federal, estadual e municipal (Foto: Valter Lima)
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247 - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), disse, em nota, neste domingo (22), que a a possível aliança entre PMDB e PSDB no Estado representa "um bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele". Sem mencionar o acordo que está praticamente selado, Paes disse que continua a defender a aliança da presidente Dilma Rousseff e o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, e o alinhamento entre os governos federal, estadual e municipal.

"O conjunto de avanços que o Rio e a população vêm colhendo nos últimos anos é resultado de uma soma de forças políticas que têm trabalhado de maneira coerente. Em razão dessa mesma coerência, e para que o Rio de Janeiro não corra o risco de voltar a ser um campo de batalha onde o maior prejudicado é o cidadão, eu continuo defendendo a chapa Dilma, Pezão e Dornelles [Francisco, atual senador pelo PP]. Depois da suruba, o que se vê agora é o bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele", disse, em nota distribuída pela assessoria do prefeito.

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Ao defender a manutenção do apoio ao PT, Paes disse que, desde 2009, "as brigas políticas que nada tinham a ver com o interesse do Rio de Janeiro e dos cariocas foram substituídas por uma aliança capaz de trazer muitas conquistas para a cidade".

"A parceria entre nós, da prefeitura, o presidente Lula e o [ex] governador [Sérgio] Cabral, e agora a presidente Dilma e o governador Pezão, tem permitido tirar do papel projetos há décadas prometidos e inviabilizados justamente pelos constantes desentendimentos entre governantes anteriores", afirmou o prefeito.

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A posição de Paes, porém, é minoritária no partido. O PMDB do Rio deverá convidar o vereador e ex-prefeito da capital Cesar Maia (DEM) para compor a chapa do governador do Estado e candidato à reeleição Luiz Fernando Pezão (PMDB). Maia é pré-candidato ao governo do Estado mas, se aceitar o acordo, deverá disputar o Senado no lugar do ex-governador e ex-senador Sérgio Cabral (PMDB). A convenção do DEM está marcada para quarta-feira (25).

O PMDB estadual convocou a imprensa para uma entrevista coletiva em que anunciará "fato de grande relevância para a política do estado às vésperas das eleições" na segunda-feira (23), mas não adianta o teor do encontro.

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