Banqueiro é quem aparece na foto-símbolo dos protestos

O homem que aparece na foto-símbolo das manifestações contra o governo neste domingo, tirada em Ipanema, é Claudio Pracownik, vice-presidente de finanças do Flamengo, sócio e diretor executivo do Banco Brasil Plural e ex-vice-presidente da Brasif, empresa que bancou a amante de FHC no exterior; a foto se espalhou nas redes com críticas ao comportamento do casal, que compareceu aos atos acompanhado da babá, que levava seus dois filhos; em um post no Facebook, ele diz que paga seus impostos, não recebeu favores de empreiteiras, ganha seu dinheiro honestamente e que emprega "centenas de pessoas" em seu trabalho mais 4 funcionários em sua casa; "Todos recebem em dia"

O homem que aparece na foto-símbolo das manifestações contra o governo neste domingo, tirada em Ipanema, é Claudio Pracownik, vice-presidente de finanças do Flamengo, sócio e diretor executivo do Banco Brasil Plural e ex-vice-presidente da Brasif, empresa que bancou a amante de FHC no exterior; a foto se espalhou nas redes com críticas ao comportamento do casal, que compareceu aos atos acompanhado da babá, que levava seus dois filhos; em um post no Facebook, ele diz que paga seus impostos, não recebeu favores de empreiteiras, ganha seu dinheiro honestamente e que emprega "centenas de pessoas" em seu trabalho mais 4 funcionários em sua casa; "Todos recebem em dia"
O homem que aparece na foto-símbolo das manifestações contra o governo neste domingo, tirada em Ipanema, é Claudio Pracownik, vice-presidente de finanças do Flamengo, sócio e diretor executivo do Banco Brasil Plural e ex-vice-presidente da Brasif, empresa que bancou a amante de FHC no exterior; a foto se espalhou nas redes com críticas ao comportamento do casal, que compareceu aos atos acompanhado da babá, que levava seus dois filhos; em um post no Facebook, ele diz que paga seus impostos, não recebeu favores de empreiteiras, ganha seu dinheiro honestamente e que emprega "centenas de pessoas" em seu trabalho mais 4 funcionários em sua casa; "Todos recebem em dia" (Foto: Gisele Federicce)
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247 - O homem que aparece na foto-símbolo das manifestações contra o governo neste domingo, tirada em Ipanema, no Rio de Janeiro, é Claudio Pracownik, vice-presidente de finanças do Flamengo  e sócio e diretor executivo do Brasil Plural Banco Múltiplo S.A. e das demais empresas financeiras do grupo. 

Pracownik também foi vice-presidente da Brasif, empresa que bandou a jornalista Mirian Dutra, então amante do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, no exterior (leia mais aqui).

A foto se espalhou nas redes com críticas ao comportamento do casal, que compareceu aos atos acompanhado da babá, que levava seus dois filhos em carrinhos de bebê.

Em um post no Facebook, ele diz que paga seus impostos, não recebeu favores de empreiteiras, ganha seu dinheiro honestamente e que emprega "centenas de pessoas" em seu trabalho mais 4 funcionários em sua casa. "Todos recebem em dia", afirma.

Abaixo, a íntegra de seu post:

"Sí Pasarán!"

"Ganho meu dinheiro honestamente, meus bens estão em meu nome, não recebi presentes de construtoras, pago impostos (não, propinas), emprego centenas de pessoas no meu trabalho e na minha casa mais 04 funcionários. Todos recebem em dia. Todos têm carteira assinada e para todos eu pago seus direitos sociais.

"Não faço mais do que a minha obrigação! Se todos fizessem o mesmo, nosso país poderia estar em uma situação diferente

"A babá da foto, só trabalha aos finais de semana e recebe a mais por isto. Na manifestação ela está usando sua roupa de trabalho e com dignidade ganhando seu dinheiro.

"A profissão dela é regulamentada. Trata-se de uma ótima funcionária de quem, a propósito, gostamos muito.

"Ela é, no entanto, livre para pedir demissão se achar que prefere outra ocupação ou empregador. Não a trato como vítima, nem como se fosse da minha família. Trato-a com o respeito e ofereço a dignidade que qualquer trabalhador faz jus.

"Sinto-me feliz em gerar empregos em um país que, graças a incapacidade de seus governantes, sua classe política e de toda uma cultura baseada na corrupção vive uma de suas piores crises econômicas do século.

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"Triste, só me sinto quando percebo a limitação da minha privacidade em detrimento de um pensamento mesquinho, limitado, parcial cujo único objetivo é servir de factoide diversionista da fática e intolerável situação que vivemos.

"Para estas pessoas que julgam outras que sequer conhecem com base em um fotografia distante, entrego apenas a minha esperança que um novo país, traga uma nova visão para a nossa gente. Uma visão sem preconceitos, sem extremismos e unitária.

"O ódio? A revolta? Estas, deixo para eles."

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