Bolsonaro perde disputa pela CDH e critica PT

O deputado federal Jair Bolsonaro não disputará mais a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara; a maior parte dos parlamentares da comissão decidiu que o deputado Assis do Couto (PT-PR) presidirá o colegiado; com uma candidatura avulsa (sem indicação de partido), Bolsonaro recebeu oito votos contra dez do petista; o deputado pelo PP-RJ criticou o PT; "Vamos assistir uma volta do desserviço que essa comissão prestava para a sociedade"

O deputado federal Jair Bolsonaro não disputará mais a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara; a maior parte dos parlamentares da comissão decidiu que o deputado Assis do Couto (PT-PR) presidirá o colegiado; com uma candidatura avulsa (sem indicação de partido), Bolsonaro recebeu oito votos contra dez do petista; o deputado pelo PP-RJ criticou o PT; "Vamos assistir uma volta do desserviço que essa comissão prestava para a sociedade"
O deputado federal Jair Bolsonaro não disputará mais a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara; a maior parte dos parlamentares da comissão decidiu que o deputado Assis do Couto (PT-PR) presidirá o colegiado; com uma candidatura avulsa (sem indicação de partido), Bolsonaro recebeu oito votos contra dez do petista; o deputado pelo PP-RJ criticou o PT; "Vamos assistir uma volta do desserviço que essa comissão prestava para a sociedade" (Foto: Leonardo Lucena)
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Rio 247 - O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) não disputará mais a presidência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara. A maior parte dos parlamentares da comissão decidiu, nesta quarta-feira (26), que o deputado Assis do Couto (PT-PR) presidirá o colegiado, uma derrota para a bancada evangélica, que apoiava o congressista do PP. Com uma candidatura avulsa (sem indicação de partido), Bolsonaro recebeu oito votos contra dez do petista.

Após ficar ciente da derrota, o deputado do PP disse que foi uma "derrota com gosto de vitória", segundo o G1. Para ele, a comissão vai regredir com o PT na presidência do colegiado. "Vamos assistir uma volta do desserviço que essa comissão prestava para a sociedade, defendendo tudo o que não presta. Direitos humanos não é defender direito de vagabundo, de estuprador", disse. O vice-presidente da comissão será o deputado Nilmário Miranda (PT-MG), fundador da comissão.

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