Boulos: 'não estranhem se Bolsonaro demitir Pazuello por não impedir o início da vacinação'

Líder do MTST ironizou derrota política de Jair Bolsonaro para o governador João Doria pelo início da vacinação contra a Covid-19

Guilherme Boulos e Jair Bolsonaro
Guilherme Boulos e Jair Bolsonaro (Foto: Felipe L. Gonçalves/Brasil247 | Marcos Corrêa/PR)
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247 - O coordenador do MTST e da frente Povo Sem Medo, Guilherme Boulos (PSOL), ironizou neste domigo (17) a derrota política de Jair Bolsonaro para o governador João Doria pelo início da vacinação contra a Covid-19. 

Pelo Twitter, Boulos disse que não se surpreenderia se o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, deixasse o cargo. "Não estranhem se Bolsonaro demitir seu ministro da saúde por não ter conseguido impedir a vacinação. Esse é o tamanho do buraco em que o Brasil se encontra. Impeachment já!", afirmou. 

Logo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ter aprovado o uso emergencial da CoronaVac, vacina contra o novo coronavírus produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, o governo paulista aplicou a primeira dose no país. 

A primeira pessoa vacinada fora dos estudos clínicos foi Mônica Calazans, de 54 anos, enfermeira, negra e moradora da zona leste da capital. Ela atua na linha de frente contra a covid-19 no Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

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