Bretas compara alvos da Lava Jato a nazistas

Em um exagero lamentável no que provavelmente acredita ser uma luta pelo combate à corrupção, o juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, diz ter "a impressão que agentes públicos CORRUPTOS podem, ao longo do tempo, sacrificar tantas vidas quanto um partícipe do holocausto"; "Pense na falta que os recursos desviados fazem para atender a população mais carente", continua

Em um exagero lamentável no que provavelmente acredita ser uma luta pelo combate à corrupção, o juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, diz ter "a impressão que agentes públicos CORRUPTOS podem, ao longo do tempo, sacrificar tantas vidas quanto um partícipe do holocausto"; "Pense na falta que os recursos desviados fazem para atender a população mais carente", continua
Em um exagero lamentável no que provavelmente acredita ser uma luta pelo combate à corrupção, o juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, diz ter "a impressão que agentes públicos CORRUPTOS podem, ao longo do tempo, sacrificar tantas vidas quanto um partícipe do holocausto"; "Pense na falta que os recursos desviados fazem para atender a população mais carente", continua (Foto: Gisele Federicce)

247 - O juiz da Lava Jato no Rio de Janeiro, Marcelo Bretas, em mais um de seus comentários nas redes sociais, compara "agentes públicos corruptos" a partícipes do genocídio do campo de concentração de Auschwitz, na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial.

Pelo Twitter, Bretas afirmou ter "a impressão que agentes públicos CORRUPTOS podem, ao longo do tempo, sacrificar tantas vidas quanto um partícipe do holocausto". "Pense na falta que os recursos desviados fazem para atender a população mais carente", continua ele em sua reflexão.

O comentário foi feito em cima de uma reportagem sobre o fato de a Justiça alemã ter negado clemência ao contador de Auschwitz. "Estaria a Alemanha 🇩🇪 sendo excessivamente punitivista?", questiona Bretas.

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