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Butantan paralisa produção da Coronavac e espera definição da China sobre insumos nesta sexta

"São insumos que já deveriam estar aqui em solo brasileiro, por que nesse momento não temos matéria-prima para continuar a produção", afirmou o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas

Dimas Covas (Foto: GOVSP)

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247 - O diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, afirmou que a China deve responder até esta sexta-feira (14) se enviará a matéria-prima contratada para que o Brasil retome a produção da Coronavac. A logística de entrega do Ingrediente Farmacêutico Ativo (IFA) está paralisada, após novos ataques do governo Jair Bolsonaro ao país asiático. A produção da Coronavac está parada por falta dos insumos. 

"Nesse momento, não temos autorização do governo da China para importar as vacinas da China. Estamos com intensas negociações com a embaixada aqui no Brasil e com o governo da China através da embaixada brasileira em Pequim", afirmou Covas em entrevista à Rádio Eldorado.

"São insumos que já deveriam estar aqui em solo brasileiro, por que nesse momento não temos matéria-prima para continuar a produção", acrescentou.

 O laboratório Sinovac Biotech aguarda aval do governo da China e ainda não deu previsão ao governo de São Paulo de quando o novo lote de IFA (Insumo Farmacêutico Ativo) embarcará para o Brasil, informa o UOL.

O Butantan está entregando nesta sexta-feira o último lote da Coronavac ao Ministério da Saúde e paralisa totalmente a produção do imunizante. Mais de um milhão de doses sairão dos estoques do Centro de Produção de Vacinas, na sede do laboratório paulista, para o aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo. De lá, serão enviadas para outros estados brasileiros

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