Cabral é denunciado pela 21ª vez na Lava Jato

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) foi denunciado por lavagem de dinheiro pela Operação Lava Jato; o emedebista é acusado por 213 atos de lavagem de cerca de R$ 10,2 milhões; outros seis investigados foram denunciados

O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) foi denunciado por lavagem de dinheiro pela Operação Lava Jato; o emedebista é acusado por 213 atos de lavagem de cerca de R$ 10,2 milhões; outros seis investigados foram denunciados
O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) foi denunciado por lavagem de dinheiro pela Operação Lava Jato; o emedebista é acusado por 213 atos de lavagem de cerca de R$ 10,2 milhões; outros seis investigados foram denunciados (Foto: Leonardo Lucena)

Rio 247 - O ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral (MDB) foi denunciado por lavagem de dinheiro pela Operação Lava Jato, no Rio, pela 21.ª vez. O ex-chefe do executivo estadual é acusado por 213 atos de lavagem de cerca de R$ 10,2 milhões.

“Na sistemática estabelecida, que se estendeu de 2007 a 2014, Ary Filho realizava a entrega periódica para os representantes do grupo Dirija de dinheiro em espécie e notas fiscais emitidas pelas empresas Gralc Consultoria (LRG Agropecuária), de Carlos Miranda, SFB Apoio administrativo, de Sonia Ferreira Batista, e Falci Castro Advogados e Consultoria, de Sérgio de Castro Oliveira e Gladys Silva Falci de Castro Oliveira, e, em seguida solicitava que João do Carmo e seu filho Jaime Luiz fizessem a transferência bancária dos recursos para as referidas empresas como se estivessem fazendo pagamento por prestação de serviços, que na realidade não existiam”, afirma a Lava Jato.

Outros seis investigados também são alvo da denúncia: Ary Ferreira da Costa Filho, Gladys Silva Falci de Castro Oliveira, Sérgio Castro de Oliveira, Sonia Ferreira Batista, Jaime Luiz Martins e João do Carmo Monteiro Martins.

Conforme relato do blog do Fausto Macedo, o advogado Rodrigo Roca, que defende Cabral, afirmou que "a denúncia recicla material usado em outros processos para chegar ao ex-governador baseada exclusivamente em artifícios teóricos e nas palavras de delatores. Sérgio Cabral nunca teve qualquer relação com as empresas ou com as operações financeiras nela descritas, não havendo um só indício da sua participação nos fatos investigados.”

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