Carlos Bolsonaro diz que Brasil caminha a passos largos para o socialismo

Desnorteado com as críticas ao seu pai, Jair Bolsonaro, pela maneira como lida com o coronavírus, o vereador Carlos Bolsonaro também acusou a esquerda de querer se aproveitar a crise na saúde para voltar à presidência da República. "Conseguem a passos largos fazer o que tentam desde antes de 1964. E tem gente preocupada com a fala do Presidente", disse o parlamentar

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(Foto: ALERJ | Reuters)


247 - O vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) demonstrou o alinhamento com o discurso do seu pai, Jair Bolsonaro, e resolveu postar no Twitter que setores da esquerda tentam implantar o socialismo no Brasil. Com a publicação na rede social, o parlamentar quis amenizar as críticas aos pronunciamentos feitos pelo ocupante do Planalto sobre o coronavírus. De acordo com dados oficiais, o Brasil tem 5,8 mil casos e 203 mortes provocadas pela doença. Em nível mundial, são 850 mil casos, com 44 mil mortes. 

"O desenho é claro: partimos para o socialismo. Todos dependentes do estado até para comer, grandes empresas vão embora e o pequeno investidor não existe mais. Conseguem a passos largos fazer o que tentam desde antes de 1964. E tem gente preocupada com a fala do Presidente", escreveu Carluxo. "Com prudência e sofisticação, o 'liberal' vai cumprindo seu eterno papel: o papel higiênico da esquerda em troca de migalhas", continuou. 

As postagens do vereador refletem o alinhamento com o discurso do pai, que já acusou a esquerda de querer se aproveitar de epidemia do coronavírus para desestabilizar o governo e voltar à presidência da República. 

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Jair Bolsonaro vendo sendo criticado pela maneira como lida com a crise na saúde brasileira ao se posicionar publicamente contra o isolamento social, pedindo retorno aos trabalhos, exceto para idosos e para pessoas com doença preeexistentes. 

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No último domingo (29), ele saiu pelas ruas de Brasília (DF) e antes já havia convocado manifestações contra o Congresso e contra o Supremo Tribunal Federal para o dia 15 de março, quando ele compareceu aos atos, enquanto autoridades de Saúde recomendam que as pessoas evitem aglomerações para desacelerar a propagação do coronavírus. 

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O ocupante do Planalto vinha culpando governadores pela crise na saúde e acusou a imprensa de amedrontar a população. 

Nesta terça-feira (31), Bolsonaro fez o seu quarto pronunciamento sobre o coronavírus e baixou o tom, pedindo um pacto nacional. “Agradeço e reafirmo a importância da colaboração e a necessária união de todos num grande pacto pela preservação da vida e dos empregos: Parlamento, Judiciário, governadores, prefeitos e sociedade”, declarou.

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