Carlos Bolsonaro é investigado por empregar funcionários fantasmas

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, é investigado em dois procedimentos do Ministério Público estadual por suspeitas de ter empregado funcionários ‘antasmas em seu gabinete na Câmara Municipal

Carlos Bolsonaro
Carlos Bolsonaro (Foto: Reprodução)

247 - O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro, filho de Jair Bolsonaro, é investigado em dois procedimentos do Ministério Público estadual por suspeitas de ter empregado funcionários ‘antasmas em seu gabinete na Câmara Municipal. As denúncias de irregularidades no escritório do filho de Jair Bolsonaro começaram a ser publicadas pela imprensa depois que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), irmão de Carlos, passou a ser investigado por práticas parecidas.

O jornal O Estado de S.Paulo revelou o caso de Claudionor Gerbatim de Lima e Márcio da Silva Gerbatim. Eles são parentes de Fabrício Queiroz, pivô da investigação envolvendo Flávio e seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), que está suspensa por decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF). Os Gerbatim também trabalharam no gabinete de Carlos na Câmara e não têm registros de frequência.

As investigações, que estão sob sigilo, correm em duas esferas: a criminal, que está nas mãos do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, com auxílio do Grupo de Atribuição Originária Criminal (Gaocrim); e a cível, na qual se verifica se houve improbidade administrativa.

Os procedimentos contra Carlos Bolsonaro não têm relação com dados de movimentações financeiras fornecidos por órgãos de controle ,por isso  podem ser tocados normalmente pelo Ministério Público. Procurado para comentar o caso, o vereador não foi localizado. Ele pediu licença da Câmara nesta terça-feira, 10, para tratar de assuntos particulares.

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