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Chefe do tráfico na Rocinha negociou rendição, mas desistiu

O delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Thome informou que familiares do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, um dos protagonistas da disputa entre grupos rivais pelo controle do tráfico de drogas na Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro, negociaram a rendição do criminoso; mas, a mando do traficante, os parentes abandonaram as tratativas depois que as Forças Armadas e a Polícia Militar iniciaram o cerco à comunidade

Rio de Janeiro- Operações das Forças Armadas prosseguiram durante o sábado, segundo dia de ocupação da Rocinha, no Rio de Janeiro(Vladimir Platonow/Agencia Barsil) (Foto: Leonardo Lucena)

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Rio 247 - O delegado da Polícia Federal Carlos Eduardo Thome informou que familiares do traficante Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, um dos protagonistas da disputa entre grupos rivais pelo controle do tráfico de drogas na Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro, negociaram a rendição do criminoso até a tarde da última sexta-feira (22). Mas, a mando do traficante, os parentes abandonaram as tratativas depois que as Forças Armadas e a Polícia Militar iniciaram o cerco à comunidade.

As forças de segurança subiram a favela com mais de 1.000 homens e tanques do Exército. De acordo com o delegado, Rogério se sentiu "acuado" e "temeroso" em relação a possíveis confrontos com os militares. "Ele teve medo de morrer na mata e não ter chance de se entregar", afirmou Thome. O relato foi publicado no Uol.

Nesta segunda-feira (25), o Bope está no Morro do Turano, no Rio Comprido, zona norte da capital fluminense. O morro dá acesso para a mata da Floresta da Tijuca, onde a polícia suspeita que criminosos podem ter se escondido, segundo a polícia. Na Rocinha, o Batalhão de Choque da Polícia Militar faz operação e equipes das Forças Armadas continuam no local. 

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