Citado em delação, Witzel nega caixa 2 em campanha

"Minha campanha ao governo do Rio não teve caixa dois. Prática que condeno veementemente!", afirmou o governador Wilson Witzel, após uma delação apontar R$ 115 mil em caixa 2 na sua campanha

O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel
O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil)

247 - O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, afirmou que negou caixa 2 na sua campanha, após um acordo de colaboração premiada apontar R$ 115 mil de forma ilegal.

"Minha campanha ao governo do Rio não teve caixa dois. Prática que condeno veementemente! Robson dos Santos França, assessor do senador Arolde de Oliveira e citado em delação do empresário Daniel Gomes da Silva, nunca trabalhou na minha campanha ao governo do Rio", escreveu o chefe do Executivo fluminense no Twitter.

"Todas as informações sobre a campanha foram prestadas à Justiça Eleitoral e as contas aprovadas pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE)", complementou.

O acordo de colaboração premiada ocorreu no âmbito da Operação Calvário, que mira em um suposto esquema de corrupção na Paraíba e abriu frentes de investigação na política do Rio e de São Paulo. 

Robson dos Santos França, o Robinho, então assessor do senador Arolde de Oliveira, ex-secretário de Transportes do Rio, apresentou-se como intermediário e arrecadador da candidatura. "Me recordo que naquele ano, Robson me ajudou a receber de maneira mais célere créditos junto àquela Secretaria", afirmou, de acordo com relato publicado no jornal O Estado de S.Paulo.

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