Começa atendimento a demitidos do Comperj

A Superintendência Regional do Ministério do Trabalho no Rio iniciou mutirão de atendimento para a concessão do seguro-desemprego aos 2.273 trabalhadores demitidos da Alumini Engenharia, empresa terceirizada que prestava serviços à Petrobras nas obras de construção do Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); o mutirão teve início na agência da Superintendência do Ministério do Trabalho, no centro da cidade, e se estenderá gradativamente a partir do dia 1º as outras cinco unidades espalhadas pela região metropolitana do estado

A Superintendência Regional do Ministério do Trabalho no Rio iniciou mutirão de atendimento para a concessão do seguro-desemprego aos 2.273 trabalhadores demitidos da Alumini Engenharia, empresa terceirizada que prestava serviços à Petrobras nas obras de construção do Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); o mutirão teve início na agência da Superintendência do Ministério do Trabalho, no centro da cidade, e se estenderá gradativamente a partir do dia 1º as outras cinco unidades espalhadas pela região metropolitana do estado
A Superintendência Regional do Ministério do Trabalho no Rio iniciou mutirão de atendimento para a concessão do seguro-desemprego aos 2.273 trabalhadores demitidos da Alumini Engenharia, empresa terceirizada que prestava serviços à Petrobras nas obras de construção do Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj); o mutirão teve início na agência da Superintendência do Ministério do Trabalho, no centro da cidade, e se estenderá gradativamente a partir do dia 1º as outras cinco unidades espalhadas pela região metropolitana do estado (Foto: Leonardo Lucena)

Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

A Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) no Rio de Janeiro iniciou hoje (25) mutirão de atendimento para a concessão do seguro-desemprego aos 2.273 trabalhadores demitidos da Alumini Engenharia, empresa terceirizada que prestava serviços à Petrobras nas obras de construção do Polo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O mutirão teve início na agência da Superintendência do Ministério do Trabalho, no centro da cidade, e se estenderá gradativamente a partir do dia 1º as outras cinco unidades espalhadas pela região metropolitana do estado. A previsão é que serão atendidas em cada agência cerca de 200 trabalhadores por dia.

Os funcionários serão recebidos com dia e hora marcados para se credenciarem a receber o seguro-desemprego e para isto terão que apresentar carteira de trabalho, cartão do PIS e, se tiver, os três últimos contracheques.

O superintendente regional do Ministério do Trabalho, Antônio Albuquerque, informou que todos os 2.273 trabalhadores já estão pré-agendados e podem acessar a internet para saber o dia, a hora e a data do atendimento.

“São dez dias úteis para que todos sejam atendidos e, mesmo os que já viajaram para seus estados, podem dar entrada na cidade no seguro-desemprego nos postos do ministério. Para isto, terão que apresentar carteira de trabalho, o cartão do PIS e, se tiver, os três últimos contra-cheques, o que facilitará o processo”, disse.

Ele esclareceu que o mutirão é uma iniciativa do ministério em parceria com a Justiça do Trabalho para facilitar a vida dos trabalhadores, muitos dos quais residem fora do estado. “Nós nos empenhamos em fazer esta ação especial, em comum acordo com a Justiça do Trabalho, para amenizar um pouco a vida destes trabalhadores, que já é sofrida. Todos os trabalhadores estão pré-agendados e os benefícios variam de um salário-mínimo até R$ 1.400, dependendo da média salarial do período em que estiveram empregados”.

Para o meio-oficial da Aluminin, Wallace Barros, a iniciativa do Ministério do Trabalho deu uma moral para os mais de 2 mil trabalhadores demitidos. “Se não fosse o Ministério do Trabalho hoje a gente não estava dando entrada no benefício. Se o Ministério não tomasse à frente do problema nós não íamos arrumar nada. Se nós fossemos depender da Alumini ou do sindicato nós estaríamos fritos”. 

A rescisão do contrato dos empregados da Alumini, que chegaram a ficar mais de três meses sem receber salário, foi obtida a partir de liminar concedida pelo Tribunal Regional do Trabalho, depois de meses de manifestações de protestos por vários pontos da cidade.

Ao falar do mutirão, o superintende do Ministério do Trabalho no Rio ressaltou que a ação está sendo implementada mesmo com a sobrecarga dos postos federais no estado ao longo dos últimos meses. "Mesmo com o aumento da demanda para a carteira de trabalho e seguro-desemprego, que foi gerada pela greve nos postos do Sisitema Nacional de Emprego e Rio Poupa Tempo, administrados pelo governo do estado, o ministério do Trabalho segue empenhado para que todos recebam o benefício com rapidez."

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